Alunos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI-AP), dos cursos de Edificações e Marcenaria realizarão no período de 08 a 25 de novembro, das 17h às 22h, exposição de móveis e maquetes.
Através das maquetes, os alunos do curso de Edificações contarão a história da Construção Civil no Estado.
Os móveis foram construídos por alunos e professores do curso de Marcenaria, acompanhados de técnicos japoneses.
SENAI
O SENAI, entidade componente do Sistema FIEAP (Federação das Indústrias do Estado do Amapá), profissionaliza jovens e adultos em diferentes áreas, bem como em cursos de Aprendizagem Industrial, Formação Inicial e Continuada de Trabalhadores e Cursos Técnicos, e tem como Missão contribuir para o fortalecimento da indústria e para o desenvolvimento sustentável do Estado do Amapá, promovendo a educação para o trabalho e a cidadania, assistência técnica e tecnológica.
COMUNICAÇÃO SISTEMA – FIEAP
FONE: 3084-8944
Objetivo deste blog é divulgar materias relacionados de interesse popular, sempre respeitando a ética e moral de quem desejo informar.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Minimaratona do SESC
Neste domingo, 9 de novembro, antecedendo a domingueira que festejará o Dia do Comerciário (30/10), o Sesc estará realizando a Minimaratona de Macapá em parceria com a Federação de Atletismo do Amapá (FAAP). A Minimaratona de Macapá encerra o circuito que a instituição realiza nos interiores onde há Unidades do SESC Ler (Mazagão, Laranjal do Jarí e Amapá).
Categorias: Masculino e feminino de 15 a 19 anos, 20 a 29 anos, 30 a 39 anos, 40 a 49 anos e acima de 50 anos e cadeirantes.
Pré-Mirim de 10 a 12 anos
Mirim: 13 e 14 anos
Horário de largada:
08h – LARGADA Pré-Mirim e Mirim
08h15 – LARGADA Feminino
08h30 – LARGADA Masculino
Local de largada e chegada em frente ao SESC (Beira Rio)
Percurso: 6500m Geral, 500m Pré-Mirim e 1000m Mirim.
Inscrições:
Deverão ser realizadas pessoalmente com a apresentação do documento de identidade no SESC Araxá (Central de atendimentos e sala do DFE) até o dia 07 de novembro.
Juliana Coutinho
Assessora de Comunicação e Marketing do Sesc Amapá
(96) 9112-1145
Categorias: Masculino e feminino de 15 a 19 anos, 20 a 29 anos, 30 a 39 anos, 40 a 49 anos e acima de 50 anos e cadeirantes.
Pré-Mirim de 10 a 12 anos
Mirim: 13 e 14 anos
Horário de largada:
08h – LARGADA Pré-Mirim e Mirim
08h15 – LARGADA Feminino
08h30 – LARGADA Masculino
Local de largada e chegada em frente ao SESC (Beira Rio)
Percurso: 6500m Geral, 500m Pré-Mirim e 1000m Mirim.
Inscrições:
Deverão ser realizadas pessoalmente com a apresentação do documento de identidade no SESC Araxá (Central de atendimentos e sala do DFE) até o dia 07 de novembro.
Juliana Coutinho
Assessora de Comunicação e Marketing do Sesc Amapá
(96) 9112-1145
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
CONVITE
Convidamos Vossa Senhoria para Assistir o TC "A Cultura Amazônica em Especia do Amapá, e a Importância do Marabaixo para cultura Macapaense."
LOCAL: FACULDADE SEAMA
DIA: 01 / 12 / 2008.
HORA: 14:30
SUA PRESENÇA SERÁ UM ATO DE REFLEXÃO PARA NOSSA CULTURA.
LOCAL: FACULDADE SEAMA
DIA: 01 / 12 / 2008.
HORA: 14:30
SUA PRESENÇA SERÁ UM ATO DE REFLEXÃO PARA NOSSA CULTURA.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Detran divulga estatística de acidentes de trânsito em Macapá
O Departamento Estadual de Trânsito (Detran), por meio da Divisão
Técnica de Trânsito, divulgou nesta sexta-feira, 31, um relatório
estatístico de acidentes de trânsito em Macapá referente a setembro de
2008. Foram registrados 260 acidentes, sendo 100 com vítimas e 160 sem
vítimas. A maioria foi ocasionada por abalroamento (quando um veículo
vai de encontro ao outro em movimento), seguido de atropelamento,
choque, tombamento ou capotamento etc. De acordo com dados do Hospital
de Emergência e Politec, 267 pessoas ficaram feriadas e oito perderam
a vida.
O relatório aponta que dos 08 óbitos registrados em setembro, 04
ocorreram no Hospital de Emergência e 04 no local do acidente, no
bairro do Muca, na rodovia Duque de Caxias, BR-210 e na Perimetral
Norte. Todas as vítimas fatais eram do sexo masculino. Nos acidentes
sem vítimas fatais as pessoas com idade entre 30 e 59 anos foram as
mais lesionada. As pessoas com idade de 60 anos ou mais sofreram menos
lesões. Quanto às vítimas fatais, houve registro de morte em três
faixas etárias.
Em setembro houve um aumento de 14% de acidentes com relação a agosto.
Nos primeiros nove meses de 2008, abril foi o mês que registrou mais
acidentes com vítimas. Ao todo 115. Em julho foram 92 vítimas, menor
número. Até setembro deste ano já houve 57 óbitos no trânsito, uma
média de seis mortes por mês. Entre as mortes violentas, em setembro,
os acidentes de trânsito estavam em primeiro lugar. No ranking dos
principais causadores de mortes violentas no Estado do Amapá este ano,
a arma branca lidera as estatísticas com 81 casos, seguido de
acidentes de trânsito (57), arma de fogo (55), afogamento (30) e
enforcamento (22). Os dados referem-se até setembro de 2008.
O relatório do Detran mostra o total da frota de veículos nos
dezesseis municípios do Estado. Existem 86.535 veículos. Macapá
concentra a maior frota, com 71.209 veículos. O município de Itaubal
tem a menor frota, com 14 veículos. Entre as causas de acidentes
destacam-se alguns fatores como: geometria da via, iluminação pública,
fatores climáticos, desrespeita a sinalização, negligência,
imprudência, falta de destreza para conduzir etc. Foram emitidas no
Estado cerca de 90.682 mil habilitações. De janeiro a junho de 2008 já
foram emitidas 16.669, ou seja, aproximadamente 18% do total de
habilitações no Estado. Se comparado com a frota de veículos, existem
mais pessoas habilitadas do que veículos no Estado.
Segundo informações do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), o
relatório estatístico segue as normas da Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT). A pesquisa teve como abrangência o trânsito na
área urbana de Macapá e nas rodovias estaduais e federais do Estado do
Amapá. As informações foram coletadas junto à Companhia de Trânsito
(Citran), Política Técnico Científica (Politec), Polícia Rodoviária
Federal e Hospital de Emergência e englobam acidentes com vítimas, sem
vítimas e com vítimas fatais.
O objetivo do trabalho é subsidiar estudos que permitam a criação de
projetos que diminuam os índices de acidentes; divulgar os
quantitativos de acidentes à população amapaense e aos órgãos de
interesse, bem como sensibilizar a população, tornando o trânsito mais
humano.
A equipe do Detran responsável pela montagem é formado por : Sílvio
Marcelo da Silva Bentes (chefe do DTT), Hilton Gemaque dos Santos
Filho (economista), Emanuel Costa Silva (agente administrativo),
Fabiula Mira Rodrigues (agente administrativo), Márcio Araújo
Rodrigues (agente administrativo), Tadeu Lopes Machado (estagiário),
Eliel de Melo Pereira (motorista) e Benedito Costa Silva.
Técnica de Trânsito, divulgou nesta sexta-feira, 31, um relatório
estatístico de acidentes de trânsito em Macapá referente a setembro de
2008. Foram registrados 260 acidentes, sendo 100 com vítimas e 160 sem
vítimas. A maioria foi ocasionada por abalroamento (quando um veículo
vai de encontro ao outro em movimento), seguido de atropelamento,
choque, tombamento ou capotamento etc. De acordo com dados do Hospital
de Emergência e Politec, 267 pessoas ficaram feriadas e oito perderam
a vida.
O relatório aponta que dos 08 óbitos registrados em setembro, 04
ocorreram no Hospital de Emergência e 04 no local do acidente, no
bairro do Muca, na rodovia Duque de Caxias, BR-210 e na Perimetral
Norte. Todas as vítimas fatais eram do sexo masculino. Nos acidentes
sem vítimas fatais as pessoas com idade entre 30 e 59 anos foram as
mais lesionada. As pessoas com idade de 60 anos ou mais sofreram menos
lesões. Quanto às vítimas fatais, houve registro de morte em três
faixas etárias.
Em setembro houve um aumento de 14% de acidentes com relação a agosto.
Nos primeiros nove meses de 2008, abril foi o mês que registrou mais
acidentes com vítimas. Ao todo 115. Em julho foram 92 vítimas, menor
número. Até setembro deste ano já houve 57 óbitos no trânsito, uma
média de seis mortes por mês. Entre as mortes violentas, em setembro,
os acidentes de trânsito estavam em primeiro lugar. No ranking dos
principais causadores de mortes violentas no Estado do Amapá este ano,
a arma branca lidera as estatísticas com 81 casos, seguido de
acidentes de trânsito (57), arma de fogo (55), afogamento (30) e
enforcamento (22). Os dados referem-se até setembro de 2008.
O relatório do Detran mostra o total da frota de veículos nos
dezesseis municípios do Estado. Existem 86.535 veículos. Macapá
concentra a maior frota, com 71.209 veículos. O município de Itaubal
tem a menor frota, com 14 veículos. Entre as causas de acidentes
destacam-se alguns fatores como: geometria da via, iluminação pública,
fatores climáticos, desrespeita a sinalização, negligência,
imprudência, falta de destreza para conduzir etc. Foram emitidas no
Estado cerca de 90.682 mil habilitações. De janeiro a junho de 2008 já
foram emitidas 16.669, ou seja, aproximadamente 18% do total de
habilitações no Estado. Se comparado com a frota de veículos, existem
mais pessoas habilitadas do que veículos no Estado.
Segundo informações do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), o
relatório estatístico segue as normas da Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT). A pesquisa teve como abrangência o trânsito na
área urbana de Macapá e nas rodovias estaduais e federais do Estado do
Amapá. As informações foram coletadas junto à Companhia de Trânsito
(Citran), Política Técnico Científica (Politec), Polícia Rodoviária
Federal e Hospital de Emergência e englobam acidentes com vítimas, sem
vítimas e com vítimas fatais.
O objetivo do trabalho é subsidiar estudos que permitam a criação de
projetos que diminuam os índices de acidentes; divulgar os
quantitativos de acidentes à população amapaense e aos órgãos de
interesse, bem como sensibilizar a população, tornando o trânsito mais
humano.
A equipe do Detran responsável pela montagem é formado por : Sílvio
Marcelo da Silva Bentes (chefe do DTT), Hilton Gemaque dos Santos
Filho (economista), Emanuel Costa Silva (agente administrativo),
Fabiula Mira Rodrigues (agente administrativo), Márcio Araújo
Rodrigues (agente administrativo), Tadeu Lopes Machado (estagiário),
Eliel de Melo Pereira (motorista) e Benedito Costa Silva.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
SESCanta continua nesta sexta
Ontem (30/10) o SESC Araxá recebeu grandes nomes da música amapaense como Zé Miguel, Helder Brandão, Beto Oscar, entre outros, na 3ª Mostra de Música SESCanta 2008. Dez (10) músicas foram interpretadas diante dos selecionadores que ficaram encarregados da escolha de 05 (cinco) delas para compor o CD da mostra. Para encerrar a noite o público foi agraciado com o som do saxofonista Ney Platt de Santa Catarina e a voz do cantor amapaense William Klaus. Hoje (31/10), a festa continua, mais dez cantores se apresentarão e 05 (cinco) serão selecionadas, totalizando dez músicas para o CD, que está sendo gravado ao vivo. A melhor classificada com seu respectivo interprete participará do Festival de Música Cidade Canção (FEMUCIC), no Paraná. Ainda na Mostra três (03) músicas serão selecionadas para indicação ao Projeto SESC Amazônia das Artes 2010. Os 20 (vinte) selecionados inicialmente participarão do Projeto Botequim e Ciranda Sonora do SESC/AP ao longo de 2009.
A seguir as músicas que serão apresentadas hoje, sexta, 31/10:
01. Poetas São Crianças – Enrico Di Miceli e Eliakin Rufino
02. Não acredito - Mauro Guilherme
03. Tende Piedade – Beto Oscar e Célio Alicio
04. Vida Rotina – Gefferson Moreira
05. Pororoca – Nivito Guedes
06. Menino Menestrel – Sabá Tião e Helder Brandão
07. Amazônica Elegância – Enrico Di Miceli e João Gomes
08. Anjo de Mim – Celso Dias e A. Rachid
09. Canto Melancólico – Zé Miguel e Lula Jerônimo
10. Lagoa – Márcio Martel
Selecionadas ontem:
Pauta Musical - Cléverson Baía
O Papel das Palavras – André Luis e Cléverson Baía
África Mãe Raiz – Beto Oscar e Helder Brandão
Trapiche - Zé Miguel e Ademir Pedrosa
Meu ABC – Zé Miguel
Assessoria de Comunicação e Marketing do Sesc Amapá
(96) 3241-4440, ramal 206
A seguir as músicas que serão apresentadas hoje, sexta, 31/10:
01. Poetas São Crianças – Enrico Di Miceli e Eliakin Rufino
02. Não acredito - Mauro Guilherme
03. Tende Piedade – Beto Oscar e Célio Alicio
04. Vida Rotina – Gefferson Moreira
05. Pororoca – Nivito Guedes
06. Menino Menestrel – Sabá Tião e Helder Brandão
07. Amazônica Elegância – Enrico Di Miceli e João Gomes
08. Anjo de Mim – Celso Dias e A. Rachid
09. Canto Melancólico – Zé Miguel e Lula Jerônimo
10. Lagoa – Márcio Martel
Selecionadas ontem:
Pauta Musical - Cléverson Baía
O Papel das Palavras – André Luis e Cléverson Baía
África Mãe Raiz – Beto Oscar e Helder Brandão
Trapiche - Zé Miguel e Ademir Pedrosa
Meu ABC – Zé Miguel
Assessoria de Comunicação e Marketing do Sesc Amapá
(96) 3241-4440, ramal 206
Pesquisa da ESALQ vai auxiliar manejo do eucalipto
O eucalipto é uma alternativa ambiental satisfatória para o setor florestal? O projeto “Quantificação dos balanços de carbono, água e nutrientes, na escala do ecossistema, para uma rotação do eucalipto usando torre de fluxo” pretende encontrar uma resposta precisa para a questão. A coordenação da pesquisa é do professor José Luiz Stape, do departamento de Ciências Florestais (LCF), em parceria com pesquisadores do Centro Internacional de Pesquisa Agronômica (Cirad), da França, e do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), da USP.
Para permitir a análise das relações do eucalipto com o ecossistema, foi instalada uma torre de fluxo em área florestada pertencente a uma das onze empresas do setor florestal que financiam o projeto por meio do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (Ipef).
A torre começou a operar em fevereiro deste ano e acompanhará o ciclo completo do eucalipto, que dura aproximadamente sete anos. O projeto está orçado em cerca de R$ 2 milhões e a proposta é alcançar resultados científicos que auxiliem no manejo econômico e ecológico da cultura do eucalipto como fonte primária para o setor.
A torre está localizada próxima à Estação Experimental do LCF, em Itatinga (SP), e monitora cerca de 100 hectares, onde estão plantados 150 mil exemplares de eucalipto, todos mapeados pelos pesquisadores.
No alto da torre estão instalados dois aparelhos principais: um analisador de gás infravermelho, que mede a concentração de gás carbônico (CO2) e água (H2O) no ar e um anemômetro sônico tridimensional, que avalia velocidade, direção e sentido dos ventos. O equipamento tem 35 m de altura, dos quais 10 deles estão posicionados acima das copas dos eucaliptos, condição necessária para as avaliações.
A área escolhida apresenta relevo plano, o que permite uniformidade nas análises. As informações são captadas 20 vezes por segundo e são armazenadas em um computador instalado na base da torre, que registra um valor integrado a cada meia hora. Para obter dados com maior precisão, estão espalhados próximos à torre equipamentos de coleta e análise de galhos, folhas, caule e raízes.
Para Yann Nouvellon, pesquisador do Cirad, “estudar o impacto do eucalipto e entender melhor o ciclo do carbono nesse tipo de floresta interessa ao mundo todo sob o ponto de vista das condições ideais que definem o melhor modelo de crescimento florestal”. A área de análise tem origem seminal e seu corte ocorrerá em março de 2009.
A partir daí, será efetuado um plantio clonal, o que permitirá melhorar a qualidade genética e avaliar a adaptação da nova floresta às diferentes condições de chuva, temperatura e sua combinação com solos arenoso e argiloso. Além do clone principal, uma coleção de 11 materiais genéticos de eucalipto será também instalada para avaliar as possíveis diferenças ecofisiológicas no gênero Eucalyptus. Após o corte, a torre será baixada para 10m, sendo elevada conforme o crescimento da floresta.
Segundo o professor Stape, “a produtividade das plantações florestais resulta da interação entre genótipo, manejo e fatores ambientais, referentes à disponibilidade e uso dos recursos naturais como luz, água e nutrientes. O objetivo final do projeto é formular recomendações técnicas, usando modelos ecofisiológicos que otimizem a produção e garantam a sustentabilidade dos plantios comerciais”.
Celulose Online
Para permitir a análise das relações do eucalipto com o ecossistema, foi instalada uma torre de fluxo em área florestada pertencente a uma das onze empresas do setor florestal que financiam o projeto por meio do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (Ipef).
A torre começou a operar em fevereiro deste ano e acompanhará o ciclo completo do eucalipto, que dura aproximadamente sete anos. O projeto está orçado em cerca de R$ 2 milhões e a proposta é alcançar resultados científicos que auxiliem no manejo econômico e ecológico da cultura do eucalipto como fonte primária para o setor.
A torre está localizada próxima à Estação Experimental do LCF, em Itatinga (SP), e monitora cerca de 100 hectares, onde estão plantados 150 mil exemplares de eucalipto, todos mapeados pelos pesquisadores.
No alto da torre estão instalados dois aparelhos principais: um analisador de gás infravermelho, que mede a concentração de gás carbônico (CO2) e água (H2O) no ar e um anemômetro sônico tridimensional, que avalia velocidade, direção e sentido dos ventos. O equipamento tem 35 m de altura, dos quais 10 deles estão posicionados acima das copas dos eucaliptos, condição necessária para as avaliações.
A área escolhida apresenta relevo plano, o que permite uniformidade nas análises. As informações são captadas 20 vezes por segundo e são armazenadas em um computador instalado na base da torre, que registra um valor integrado a cada meia hora. Para obter dados com maior precisão, estão espalhados próximos à torre equipamentos de coleta e análise de galhos, folhas, caule e raízes.
Para Yann Nouvellon, pesquisador do Cirad, “estudar o impacto do eucalipto e entender melhor o ciclo do carbono nesse tipo de floresta interessa ao mundo todo sob o ponto de vista das condições ideais que definem o melhor modelo de crescimento florestal”. A área de análise tem origem seminal e seu corte ocorrerá em março de 2009.
A partir daí, será efetuado um plantio clonal, o que permitirá melhorar a qualidade genética e avaliar a adaptação da nova floresta às diferentes condições de chuva, temperatura e sua combinação com solos arenoso e argiloso. Além do clone principal, uma coleção de 11 materiais genéticos de eucalipto será também instalada para avaliar as possíveis diferenças ecofisiológicas no gênero Eucalyptus. Após o corte, a torre será baixada para 10m, sendo elevada conforme o crescimento da floresta.
Segundo o professor Stape, “a produtividade das plantações florestais resulta da interação entre genótipo, manejo e fatores ambientais, referentes à disponibilidade e uso dos recursos naturais como luz, água e nutrientes. O objetivo final do projeto é formular recomendações técnicas, usando modelos ecofisiológicos que otimizem a produção e garantam a sustentabilidade dos plantios comerciais”.
Celulose Online
Amazônia tem 45% das espécies ameaçadas por emissões de gases
FONTE: Jornal do Brasil - NR
Quase metade das espécies de árvores da Amazônia podem ser extintas até 2100 se as emissões mundiais de dióxodo de carbono continuarem aumentando. A temperatura média global pode subir 4,5 graus e o impacto imediato será a falta de água que, já em 2050, pode afetar de 1,6 a 2,6 bilhões de pessoas. A estimativa assustadora foi anunciada ontem (29), em Brasília, pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês). As informações são do Jornal do Brasil.
O aquecimento global é inequívoco -, afirmou Martin Parry, do IPCC. "Para o Brasil ainda há muita incerteza, mas já temos evidências científicas que não só o Nordeste, mas o Sul do país sofrerá com a falta de água", afirmou.
Para evitar os piores impactos, o IPCC afirma ser necessário um acordo mundial para que todos os países reduzam 80% de emissões de gases até 2050. Eles levarão essa proposta para a reunião de Copenhagen, na Dinamarca, que ocorrerá em dezembro de 2009 para fechar um acordo climático que substituirá o Protocolo de Kioto.
Responsabilidade brasileira
De acordo com o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Carlos Nobre, o desmatamento na Amazônia é responsável por 55% das emissões brasileiras. O quadro torna-se ainda mais grave quando constata-se que 70% desse desmatamento ocorre de maneira ilegal.
Já a agricultura é responsável por 25% das emissões, sendo que a maioria vem das emissões do gás metano do rebanho bovino brasileiro, o maior do mundo, com mais de 200 milhões de animais. O setor de energia é responsável por 17% das emissões.
Desmatamento
Para Nobre, o Brasil deveria concentrar-se no combate ao desmatamento da Amazônia. O país ainda não tem tecnologia para diminuir a produção do metano.
A condição do Brasil, de ser o quarto maior emissor, nos obriga a assumir responsabilidades -, acredita Nobre. De acordo com ele, mais de 50% do PIB brasileiro depende dos recursos naturais renováveis, mas o PIB brasileiro associado com o desmatamento é de apenas 1%.
O pesquisador defende que os países desenvolvidos recompensem financeiramente os países em desenvolvimento que reduzirem as emissões por desmatamento. Uma diminuição de 50% da devastação mundial custaria de US$ 17 bilhões a US$ 30 bilhões.
Crise mundial
Os especialistas do IPCC acreditam que ainda é cedo para saber as consequências que a crise financeira mundial trará para o meio ambiente. Mas as expectativas não são boas.
As lideranças políticas terão outras prioridades -, acredita Parry. "É verdade que em tempo de recessão sociedade e governo preocupam-se mais com o padrão de vida do que com qualidade de vida. Mas esse tema é muito importante e se não pensarem em um plano que seja sustentável em tempos de recessão, ele não será sustentável em momento algum".
O Plano Nacional sobre Mudança no Clima do Brasil deve ficar pronto até dezembro. Segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, existe uma pressão das organizações ambientais para que sejam estabelecidas metas. O Itamaraty, no entanto, é resistente à idéia porque não acha justo que o Brasil estipule metas sem ter garantias de compensação tecnológica e financeira.
Quase metade das espécies de árvores da Amazônia podem ser extintas até 2100 se as emissões mundiais de dióxodo de carbono continuarem aumentando. A temperatura média global pode subir 4,5 graus e o impacto imediato será a falta de água que, já em 2050, pode afetar de 1,6 a 2,6 bilhões de pessoas. A estimativa assustadora foi anunciada ontem (29), em Brasília, pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês). As informações são do Jornal do Brasil.
O aquecimento global é inequívoco -, afirmou Martin Parry, do IPCC. "Para o Brasil ainda há muita incerteza, mas já temos evidências científicas que não só o Nordeste, mas o Sul do país sofrerá com a falta de água", afirmou.
Para evitar os piores impactos, o IPCC afirma ser necessário um acordo mundial para que todos os países reduzam 80% de emissões de gases até 2050. Eles levarão essa proposta para a reunião de Copenhagen, na Dinamarca, que ocorrerá em dezembro de 2009 para fechar um acordo climático que substituirá o Protocolo de Kioto.
Responsabilidade brasileira
De acordo com o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Carlos Nobre, o desmatamento na Amazônia é responsável por 55% das emissões brasileiras. O quadro torna-se ainda mais grave quando constata-se que 70% desse desmatamento ocorre de maneira ilegal.
Já a agricultura é responsável por 25% das emissões, sendo que a maioria vem das emissões do gás metano do rebanho bovino brasileiro, o maior do mundo, com mais de 200 milhões de animais. O setor de energia é responsável por 17% das emissões.
Desmatamento
Para Nobre, o Brasil deveria concentrar-se no combate ao desmatamento da Amazônia. O país ainda não tem tecnologia para diminuir a produção do metano.
A condição do Brasil, de ser o quarto maior emissor, nos obriga a assumir responsabilidades -, acredita Nobre. De acordo com ele, mais de 50% do PIB brasileiro depende dos recursos naturais renováveis, mas o PIB brasileiro associado com o desmatamento é de apenas 1%.
O pesquisador defende que os países desenvolvidos recompensem financeiramente os países em desenvolvimento que reduzirem as emissões por desmatamento. Uma diminuição de 50% da devastação mundial custaria de US$ 17 bilhões a US$ 30 bilhões.
Crise mundial
Os especialistas do IPCC acreditam que ainda é cedo para saber as consequências que a crise financeira mundial trará para o meio ambiente. Mas as expectativas não são boas.
As lideranças políticas terão outras prioridades -, acredita Parry. "É verdade que em tempo de recessão sociedade e governo preocupam-se mais com o padrão de vida do que com qualidade de vida. Mas esse tema é muito importante e se não pensarem em um plano que seja sustentável em tempos de recessão, ele não será sustentável em momento algum".
O Plano Nacional sobre Mudança no Clima do Brasil deve ficar pronto até dezembro. Segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, existe uma pressão das organizações ambientais para que sejam estabelecidas metas. O Itamaraty, no entanto, é resistente à idéia porque não acha justo que o Brasil estipule metas sem ter garantias de compensação tecnológica e financeira.
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