O Serviço Social da Indústria (SESI), instituição vinculada à Federação das Indústrias do Estado do Amapá (FIEAP) em parceria com a empresa Vex Construções realizam curso de CIPA, na sala de treinamentos do Centro de Atividades Homero Charles Platon – SESI, no período de 15 a 18 de março.
De acordo com a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), as empresas privadas e públicas são obrigadas a organizar e manter em funcionamento, uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA. Os funcionários que compõem a comissão são orientados a participar do curso.
A CIPA é um instrumento que os trabalhadores dispõem para tratar a prevenção de acidentes, as condições do ambiente e todos os aspectos que afetam sua saúde e segurança. Toda empresa, a partir de 20 funcionários deve ter uma Comissão Interna responsável pela prevenção contra acidentes. O objetivo é integrar e conscientizar os trabalhadores sobre a importância de conservar e proteger sua saúde e sua integridade física.
Serão abordados os seguintes temas: Introdução à Saúde e Segurança no Trabalho, Noções de Legislação Trabalhista e Previdenciária, Causas de Acidentes no Trabalho, Riscos Ambientais, Prevenção e Combate à Incêndio, Inspeção de Segurança, Investigação e Análise das Causas de Acidentes, Mapa de Riscos, Primeiros Socorros, Meio Ambiente e Noções de Síndrome de Imunodeficiência Adquirida – AIDS.
Com duração de 20h, o curso capacitará 18 funcionários da Vex Construções.
SESI a serviço da Indústria do Amapá.
COMUNICAÇÃO SISTEMA – FIEAP
FONE: 3084-8944
Objetivo deste blog é divulgar materias relacionados de interesse popular, sempre respeitando a ética e moral de quem desejo informar.
quinta-feira, 18 de março de 2010
WALDEZ INDICA AUDITORA AMAPAENSE PARA VAGA NO TCE
O governador Waldez Góes enviou na manhã desta quarta-feira,17, ofício ao presidente da Assembléia Legislativa Jorge Amanajás indicando a auditora Maria Elizabeth Cavalcante de Azevedo Picanço para ocupar a vaga de conselheira do Tribunal de Contas do Estado em virtude da aposentadoria do conselheiro Luiz Fernando Pinto Garcia.
O nome de Maria Elizabeth consta de lista tríplice enviada ao governador Waldez pelo presidente daquela Casa José Júlio de Miranda Coelho. Os outros nomes são: Terezinha de Jesus Brito Botelho e Antônio Wanderler Colares Távora, todos auditores do TCE.
A escolha do conselheiro, quando aberta a vacância, é de livre indicação do governador entre os nomes indicados em lista tríplice enviada pela presidência do Tribunal de Contas, que leva em consideração critérios como merecimento e antiguidade dos auditores de carreira.
Maria Elizabeth é amapaense, graduada em Ciências Contábeis pela Faculdades Integradas Colégio Moderno, atual Unama, em 1983. Membro do Conselho Regional de Contabilidade do Amapá, desde 1985. Atuou na antiga Secretaria de Finanças do ex- Território Federal do Amapá como chefe da divisão de Análise Contábil, atuou como auditora no ex-Território Federal do Amapá no período de 1986 a 1991, chegando ao Tribunal de Contas do Estado em julho de 1991, por meio de concurso público.
Galeria de Fotos
Núcleo de Jornalismo Institucional
Assessor de Comunicação
O nome de Maria Elizabeth consta de lista tríplice enviada ao governador Waldez pelo presidente daquela Casa José Júlio de Miranda Coelho. Os outros nomes são: Terezinha de Jesus Brito Botelho e Antônio Wanderler Colares Távora, todos auditores do TCE.
A escolha do conselheiro, quando aberta a vacância, é de livre indicação do governador entre os nomes indicados em lista tríplice enviada pela presidência do Tribunal de Contas, que leva em consideração critérios como merecimento e antiguidade dos auditores de carreira.
Maria Elizabeth é amapaense, graduada em Ciências Contábeis pela Faculdades Integradas Colégio Moderno, atual Unama, em 1983. Membro do Conselho Regional de Contabilidade do Amapá, desde 1985. Atuou na antiga Secretaria de Finanças do ex- Território Federal do Amapá como chefe da divisão de Análise Contábil, atuou como auditora no ex-Território Federal do Amapá no período de 1986 a 1991, chegando ao Tribunal de Contas do Estado em julho de 1991, por meio de concurso público.
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WALDEZ INDICA AUDITORA AMAPAENSE PARA VAGA NO TCE
O governador Waldez Góes enviou na manhã desta quarta-feira,17, ofício ao presidente da Assembléia Legislativa Jorge Amanajás indicando a auditora Maria Elizabeth Cavalcante de Azevedo Picanço para ocupar a vaga de conselheira do Tribunal de Contas do Estado em virtude da aposentadoria do conselheiro Luiz Fernando Pinto Garcia.
O nome de Maria Elizabeth consta de lista tríplice enviada ao governador Waldez pelo presidente daquela Casa José Júlio de Miranda Coelho. Os outros nomes são: Terezinha de Jesus Brito Botelho e Antônio Wanderler Colares Távora, todos auditores do TCE.
A escolha do conselheiro, quando aberta a vacância, é de livre indicação do governador entre os nomes indicados em lista tríplice enviada pela presidência do Tribunal de Contas, que leva em consideração critérios como merecimento e antiguidade dos auditores de carreira.
Maria Elizabeth é amapaense, graduada em Ciências Contábeis pela Faculdades Integradas Colégio Moderno, atual Unama, em 1983. Membro do Conselho Regional de Contabilidade do Amapá, desde 1985. Atuou na antiga Secretaria de Finanças do ex- Território Federal do Amapá como chefe da divisão de Análise Contábil, atuou como auditora no ex-Território Federal do Amapá no período de 1986 a 1991, chegando ao Tribunal de Contas do Estado em julho de 1991, por meio de concurso público.
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O nome de Maria Elizabeth consta de lista tríplice enviada ao governador Waldez pelo presidente daquela Casa José Júlio de Miranda Coelho. Os outros nomes são: Terezinha de Jesus Brito Botelho e Antônio Wanderler Colares Távora, todos auditores do TCE.
A escolha do conselheiro, quando aberta a vacância, é de livre indicação do governador entre os nomes indicados em lista tríplice enviada pela presidência do Tribunal de Contas, que leva em consideração critérios como merecimento e antiguidade dos auditores de carreira.
Maria Elizabeth é amapaense, graduada em Ciências Contábeis pela Faculdades Integradas Colégio Moderno, atual Unama, em 1983. Membro do Conselho Regional de Contabilidade do Amapá, desde 1985. Atuou na antiga Secretaria de Finanças do ex- Território Federal do Amapá como chefe da divisão de Análise Contábil, atuou como auditora no ex-Território Federal do Amapá no período de 1986 a 1991, chegando ao Tribunal de Contas do Estado em julho de 1991, por meio de concurso público.
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Núcleo de Jornalismo Institucional
Assessor de Comunicação
Sistema FIEAP apóia a realização da corrida de São José.
O Sistema FIEAP está apoiando a tradicional corrida de São José. O evento acontece amanhã, dia 19, a partir das 17h, com o envolvimento da Federação de Atletismo do Amapá, Diocese de Macapá, Coordenadoria Municipal de Esporte e Lazer, Secretaria Estadual de Desporto e Lazer e Jornal do Dia.
A modalidade a ser disputada será de atletismo e os competidores percorrerão várias igrejas da cidade. A saída é na antiga Catedral e a chegada na nova Catedral.
A corrida de São José representa uma homenagem dos desportistas ao padroeiro da capital.
COMUNICAÇÃO SISTEMA FIEAP
FONE: 3084-8944
A modalidade a ser disputada será de atletismo e os competidores percorrerão várias igrejas da cidade. A saída é na antiga Catedral e a chegada na nova Catedral.
A corrida de São José representa uma homenagem dos desportistas ao padroeiro da capital.
COMUNICAÇÃO SISTEMA FIEAP
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quarta-feira, 17 de março de 2010
Conflito no Oiapoque alerta Brasília
conflito entre brasileiros e a polícia francesa (Gendarmerie) ocorrido na terça, 09, na fronteira do Brasil com a Guiana Francesa, mobilizou, nesta terça, 16, em Brasília, a bancada do Amapá que busca soluções para amenizar a tensão que se abateu há alguns anos sobre a região. Segundo os deputados, se não houver ações nas áreas de direitos humanos, defesa nacional e desenvolvimento econômico sustentável, a tendência é de agravamento da disputa. O choque sobre o rio Oiapoque, que separa o departamento ultramarino da França (cidade de Saint-Georges-de-l'Oyapock) do Amapá (cidade do Oiapoque), ocorreu quando um grupo de brasileiros que supostamente transportava 600 gramas de ouro foi preso pela Gendarmerie sob acusação de contrabando. As prisões revoltaram os catraieiros que entraram em luta com a polícia francesa. As atividades relacionadas ao garimpo movimentam a economia de Oiapoque, que tem cerca de 30 mil habitantes.
Ações Os parlamentares amapaenses cobram uma ação mais incisiva de proteção aos brasileiros, especialmente do Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores). Ao Exército, pediram cuidado nas operações de fiscalização já que, em janeiro passado, houve 2 disparos contra uma catraia onde estavam cinco brasileiros e que já havia retornado duas vezes para ser inspecionada. Pediram ainda que o Exército estude a possibilidade de melhorar a travessia de 120 metros por terra naquele trecho do rio.
A Comissão de Relações Exteriores da Câmara deverá realizar uma audiência pública para debater as características econômicas, sociais, diplomáticas e migratórias da região. É provável que uma comissão externa da Câmara dos Deputados visite a região e realize no Oiapoque uma audiência pública conjunta com a Assembleia do Amapá.
Tradição Para a deputada federal Janete Capiberibe (PSB), há uma relação histórica dos brasileiros com as terras além do rio Oiapoque. Mais recentemente, a migração teria se intensificado por causa do valor do ouro e pela ausência de políticas de desenvolvimento econômico e social naquela região do extremo norte do Amapá.
A ausência do estado é grave naquela região. As pessoas atravessam a fronteira na busca natural pela sobrevivência. São mão-de-obra da construção civil, garimpeiros ou extrativistas da floresta na Guiana e Suriname, por exemplo. É preciso um período de transição, com políticas de desenvolvimento, antes de fechar a fronteira. Até por que a tradição de navegar e atravessar o rio é anterior à existência de qualquer fronteira entre as nações, argumenta a deputada Janete Capiberibe.
Ela reconhece o direito da França de proteger o seu território, ao mesmo tempo que pede respeito às tradições locais e aos direitos humanos daqueles brasileiros. Houve um acirramento na repressão aos brasileiros nos últimos anos, recorda a deputada.
Acordo Estima-se em 20 mil a população de brasileiros na Guiana Francesa. Oito mil estariam legalizados. Um acordo entre Brasil e França, assinado em dezembro de 2008, trata da Área de Luta Contra Exploração Ilegal de Ouro em Zonas Protegidas ou de Interesse Patrimonial. Para os parlamentares amapaenses, a repressão sobre os brasileiros tende a piorar se o acordo bilateral for aprovado pela Câmara dos Deputados e após a finalização da compra de caças franceses pelo governo brasileiro. Outra crítica é que o acordo foi assinado entre os governos dos dois países sem qualquer debate com a população local.
A política de combate ao garimpo ilegal já que as duas margens do Rio Oiapoque (Brasil e França) abrigam áreas de proteção integral que é levada a cabo pelo governo brasileiro está afetando a subsistência da população da Vila Brasil, instalada no Parque Nacional do Tumucumaque, sob o argumento de que serviria de entreposto de abastecimento dos garimpos na Guiana e no Suriname. Toda a carga que sobe pelo Rio Oiapoque para abastecer a Vila Brasil é vistoriada por soldados do Exército Brasileiro, na altura da Gran Roche.
Foram realizadas reuniões no Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Defesa, assessoria parlamentar do Exército e Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. Participaram das reuniões o deputado estadual Paulo José e os deputados federais Lucenira Pimental, Dalva Figueiredo, Sebastião Bala Rocha, Antônio Feijão e Janete Capiberibe.
Ações Os parlamentares amapaenses cobram uma ação mais incisiva de proteção aos brasileiros, especialmente do Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores). Ao Exército, pediram cuidado nas operações de fiscalização já que, em janeiro passado, houve 2 disparos contra uma catraia onde estavam cinco brasileiros e que já havia retornado duas vezes para ser inspecionada. Pediram ainda que o Exército estude a possibilidade de melhorar a travessia de 120 metros por terra naquele trecho do rio.
A Comissão de Relações Exteriores da Câmara deverá realizar uma audiência pública para debater as características econômicas, sociais, diplomáticas e migratórias da região. É provável que uma comissão externa da Câmara dos Deputados visite a região e realize no Oiapoque uma audiência pública conjunta com a Assembleia do Amapá.
Tradição Para a deputada federal Janete Capiberibe (PSB), há uma relação histórica dos brasileiros com as terras além do rio Oiapoque. Mais recentemente, a migração teria se intensificado por causa do valor do ouro e pela ausência de políticas de desenvolvimento econômico e social naquela região do extremo norte do Amapá.
A ausência do estado é grave naquela região. As pessoas atravessam a fronteira na busca natural pela sobrevivência. São mão-de-obra da construção civil, garimpeiros ou extrativistas da floresta na Guiana e Suriname, por exemplo. É preciso um período de transição, com políticas de desenvolvimento, antes de fechar a fronteira. Até por que a tradição de navegar e atravessar o rio é anterior à existência de qualquer fronteira entre as nações, argumenta a deputada Janete Capiberibe.
Ela reconhece o direito da França de proteger o seu território, ao mesmo tempo que pede respeito às tradições locais e aos direitos humanos daqueles brasileiros. Houve um acirramento na repressão aos brasileiros nos últimos anos, recorda a deputada.
Acordo Estima-se em 20 mil a população de brasileiros na Guiana Francesa. Oito mil estariam legalizados. Um acordo entre Brasil e França, assinado em dezembro de 2008, trata da Área de Luta Contra Exploração Ilegal de Ouro em Zonas Protegidas ou de Interesse Patrimonial. Para os parlamentares amapaenses, a repressão sobre os brasileiros tende a piorar se o acordo bilateral for aprovado pela Câmara dos Deputados e após a finalização da compra de caças franceses pelo governo brasileiro. Outra crítica é que o acordo foi assinado entre os governos dos dois países sem qualquer debate com a população local.
A política de combate ao garimpo ilegal já que as duas margens do Rio Oiapoque (Brasil e França) abrigam áreas de proteção integral que é levada a cabo pelo governo brasileiro está afetando a subsistência da população da Vila Brasil, instalada no Parque Nacional do Tumucumaque, sob o argumento de que serviria de entreposto de abastecimento dos garimpos na Guiana e no Suriname. Toda a carga que sobe pelo Rio Oiapoque para abastecer a Vila Brasil é vistoriada por soldados do Exército Brasileiro, na altura da Gran Roche.
Foram realizadas reuniões no Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Defesa, assessoria parlamentar do Exército e Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. Participaram das reuniões o deputado estadual Paulo José e os deputados federais Lucenira Pimental, Dalva Figueiredo, Sebastião Bala Rocha, Antônio Feijão e Janete Capiberibe.
Projeto Saúde Visual.
A Federação das Indústrias do Estado do Amapá (FIEAP) em parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI) realizará hoje, dia 17, mais uma etapa do Projeto Saúde Visual. Os colaboradores que trabalham nas panificadoras associadas ao SESI serão atendidos no Centro de Atividades Homero Charles Platon - SESI.
Os trabalhadores serão consultados por um Oftalmologista. Na ocasião, o médico especializado consultará os trabalhadores, que terão a possibilidade de escolher a armação de sua preferência para, num momento posterior, receber seus óculos de forma totalmente gratuita.
SESI a serviço da Indústria do Amapá.
Os trabalhadores serão consultados por um Oftalmologista. Na ocasião, o médico especializado consultará os trabalhadores, que terão a possibilidade de escolher a armação de sua preferência para, num momento posterior, receber seus óculos de forma totalmente gratuita.
SESI a serviço da Indústria do Amapá.
Pescap negocia venda do pescado na Semana Santa

A Agência de Pesca do Amapá (Pescap) vem reunindo com cooperativas de pescadores para definição de preços do pescado para comercialização na Semana Santa, com seus devidos postos de venda.
O diretor da agência, José dos Santos Oliveira, garante que até o final da semana será definida uma tabela de preços assim como postos de venda.
Os principais pescados comercializados na semana santa são a dourada, tambaqui, pescadinha, tucunaré e a pescada amarela, peixes muito procurados pelos fiéis para a preparação de caldeiradas, tucunaré ao molho de coco ou na brasa, dourada frita e ao molho, etc.
A arte culinária regional fica por conta, por exemplo, de variedades de peixes ao molho do tucupi com preferências para misturas de postas de tucunaré, tambaqui e pescada amarela.
Wellington Silva
Assessor de Comunicação
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