A Secretaria Municipal de Educação de Santana inicia no dia 17 de janeiro o cadastramento e recadastramento dos estudantes que necessitam de passe livre.
O passe livre é um benefício conquistado pela comunidade santanense que atende estudantes que residam à uma distância de 1000 metros da escola em que estudam e que esteja cursando o ensino fundamental ou médio das redes estadual, municipal, privada ou filantrópica
As inscrições poderão ser feitas até o dia 28 de fevereiro, no horário das 08:00 às 13:00h, na secretaria municipal de educação, localizada na Av. Castelo Branco, 495 área comercial.
Para o cadastramento os estudantes ou seus responsáveis deverão apresentar no ato da inscrição os seguintes documentos:
· Cópia do comprovante de endereço (CEA, CAESA).
· Declaração Escolar 2011 (Original).
· Cópia de RG e CPF do responsável (aluno menor de idade).
· Cópia do RG e CPF do responsável (aluno maior de idade).
· Cópia da Certidão de Nascimento do aluno.
· 02 Fotos 3x4.
Os estudantes que já são cadastrados deverão fazer o recadastramento, que será realizado no mesmo período e horário, devendo apresentar a seguinte documentação:
· Declaração Escolar – 2011
· 1 Foto 3x4
· Comprovante de residência(CEA ou CAESA). .
· RG e CPF (aluno maior de idade)
· RG e CPF do responsável (aluno menor de idade).
Objetivo deste blog é divulgar materias relacionados de interesse popular, sempre respeitando a ética e moral de quem desejo informar.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Clube de Cinema inicia suas atividades de 2011
Cinco vezes favela – agora por nós mesmos foi o filme escolhido pela
coordenação do Clube de Cinema para iniciar suas atividades nesse ano
de 2011. Criado no mês de maio do ano passado, o cineclube é um espaço
fruto da parceria do Museu da imagem e do Som do Amapá (MIS-AP),
Sesc-AP e Univercinema (UNIFAP) que busca atuar na difusão de produtos
audiovisuais enfatizando sua importância na sociedade contemporânea,
bem como suas diversas possibilidades de uso, seja no aspecto
cultural, artístico, sociológico ou político.
O Clube de Cinema realiza sessões quinzenais nas quais os filmes
exibidos são brevemente contextualizados pela equipe que coordena o
cineclube como forma de estimular a visão crítica e o debate sobre o
filme projetado entre o público que prestigia as mostras. A última
sessão de 2010 contou com a presença do cineasta pernambucano Camilo
Cavalcante que exibiu parte de sua filmografia e respondeu questões
formuladas pelos presentes. “Esse é um dos papéis desempenhados por um
cineclube: além de difundir os produtos audiovisuais, o movimento
cineclubista busca também aproximar os realizadores independentes,
como Camilo Cavalcante, de seu público”, explica Alexandre Brito, da
equipe de coordenação do Clube de Cinema.
Nesse sábado, 08.01, o Clube de Cinema realizará sua primeira sessão
de 2011, exibindo o filme Cinco vezes favela – agora por nós mesmos,
“o filme foi escolhido porque trabalha com um formato interessante que
estimula o debate. Ele é composto, na verdade, por cinco curtas que
desenvolvem o mesmo tema, que é a favela. O filme é resultado de um
conjunto de oficinas de cinema realizado junto a moradores jovens das
favelas cariocas e os roteiros e a direção dos filmes, além de outras
funções na equipe de realização, foram assumidas pelos próprios alunos
dessas oficinas e o resultado ficou muito bom”, contextualiza Mary
Paes, uma das responsáveis pela condução dessa primeira sessão de
2011.
A programação quinzenal do Clube de Cinema pode ser vista com
antecedência no blog do Museu da Imagem e do Som
(http://museudaimagemedosom.blogspot.com) assim como outras ações
promovidas pelo MIS-AP e seus parceiros.
Serviço:
Clube de Cinema
Data: 08.01.2011
Local: Auditório do Museu da Imagem e do Som (segundo piso do teatro
das Bacabeiras)
Hora: 18:30
coordenação do Clube de Cinema para iniciar suas atividades nesse ano
de 2011. Criado no mês de maio do ano passado, o cineclube é um espaço
fruto da parceria do Museu da imagem e do Som do Amapá (MIS-AP),
Sesc-AP e Univercinema (UNIFAP) que busca atuar na difusão de produtos
audiovisuais enfatizando sua importância na sociedade contemporânea,
bem como suas diversas possibilidades de uso, seja no aspecto
cultural, artístico, sociológico ou político.
O Clube de Cinema realiza sessões quinzenais nas quais os filmes
exibidos são brevemente contextualizados pela equipe que coordena o
cineclube como forma de estimular a visão crítica e o debate sobre o
filme projetado entre o público que prestigia as mostras. A última
sessão de 2010 contou com a presença do cineasta pernambucano Camilo
Cavalcante que exibiu parte de sua filmografia e respondeu questões
formuladas pelos presentes. “Esse é um dos papéis desempenhados por um
cineclube: além de difundir os produtos audiovisuais, o movimento
cineclubista busca também aproximar os realizadores independentes,
como Camilo Cavalcante, de seu público”, explica Alexandre Brito, da
equipe de coordenação do Clube de Cinema.
Nesse sábado, 08.01, o Clube de Cinema realizará sua primeira sessão
de 2011, exibindo o filme Cinco vezes favela – agora por nós mesmos,
“o filme foi escolhido porque trabalha com um formato interessante que
estimula o debate. Ele é composto, na verdade, por cinco curtas que
desenvolvem o mesmo tema, que é a favela. O filme é resultado de um
conjunto de oficinas de cinema realizado junto a moradores jovens das
favelas cariocas e os roteiros e a direção dos filmes, além de outras
funções na equipe de realização, foram assumidas pelos próprios alunos
dessas oficinas e o resultado ficou muito bom”, contextualiza Mary
Paes, uma das responsáveis pela condução dessa primeira sessão de
2011.
A programação quinzenal do Clube de Cinema pode ser vista com
antecedência no blog do Museu da Imagem e do Som
(http://museudaimagemedosom.blogspot.com) assim como outras ações
promovidas pelo MIS-AP e seus parceiros.
Serviço:
Clube de Cinema
Data: 08.01.2011
Local: Auditório do Museu da Imagem e do Som (segundo piso do teatro
das Bacabeiras)
Hora: 18:30
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
MATRÍCULAS PARA A REDE MUNICIPAL DE ENSINO COMEÇAM AMANHÃ
A Prefeitura Municipal de Macapá (PMM), através da Secretaria
Municipal de Educação (SEMED) informa que terá início hojé,
quarta-feira (05/01/11) as matrículas para a rede municipal de ensino.
Atualmente o município conta com 85 escolas e 16 anexos. De acordo com
a chamada escolar realizada no ano de 2010, o município possui 6.398
vagas disponíveis, sendo que 3.370 vagas são para a educação infantil,
2.253 vagas de 1º ao 4º ano, somente 30 vagas de 5ª a 8ª série e 740
vagas para a Educação de Jovens e Adultos – EJA.
As matrículas seguirão um cronograma em anexo de acordo
com os níveis e modalidades de ensino ofertado.
Municipal de Educação (SEMED) informa que terá início hojé,
quarta-feira (05/01/11) as matrículas para a rede municipal de ensino.
Atualmente o município conta com 85 escolas e 16 anexos. De acordo com
a chamada escolar realizada no ano de 2010, o município possui 6.398
vagas disponíveis, sendo que 3.370 vagas são para a educação infantil,
2.253 vagas de 1º ao 4º ano, somente 30 vagas de 5ª a 8ª série e 740
vagas para a Educação de Jovens e Adultos – EJA.
As matrículas seguirão um cronograma em anexo de acordo
com os níveis e modalidades de ensino ofertado.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Quais são os símbolos do Marabaixo?
RETIRADO DO TCC: A CULTURA AMAZÔNICA, EM ESPECIAL A DO AMAPÁ E
A IMPORTÂNCIA DO MARABAIXO PARA O FOLCLORE LOCAL
AUTORIA: CLAUDIONOR DOS SANTOS
100% dos entrevistados responderam que são as bandeiras do Divino Espírito Santo de cores vermelha e branca e da Santíssima Trindade de cor azul e branca, ambas têm um símbolo que é uma coroa, um globo, e uma bomba, eles vêm simbolizando os dois santos. Quanto aos vestuários das mulheres saias rodadas e coloridas, anáguas, blusa tomara que caia de cor branca ou colorida, flor atrás da orelha, toalha de rosto, já os homens vestem calça comprida de cor branca, camisa manga colorida comprida ou curta, chapéu de palha, faixa na cintura. Declararam que os rituais são danças folclóricas e os instrumentos são as caixas feitas de pau e couro de cobra e que os objetos são colares, brincos, pulseiras de bijuterias e as comidas são o caldo ou o cozidão com bem verduras. A bebida tradicional é a gengibirra feita de gengibre, açúcar, cachaça, cravo da índia, ela é de extrema importância, pois trás energia para os participantes.
É, portanto o que nos informa o autor Luis Andrade, os participantes em sua maioria consta com calça branca com chapéu de palha enfeitados para os homens, enquanto as mulheres vestem-se com saias rodadas e coloridas, anáguas, blusa branca, além de uma toalha branca sobre o ombro usando para secar o suor do rosto. A festa vem acompanhada com danças e ao redor dos tocadores de caixas (tambores), durante a dança é servida a tradicional gengibirra, bebida feita de mistura de cachaça e gengibre, e sempre homenageando os santos Divino Espírito Santo e Santíssima Trindade através das bandeiras de cores vermelha e branca do Divino e azul e branca da Santíssima (2000, p. 37).
A IMPORTÂNCIA DO MARABAIXO PARA O FOLCLORE LOCAL
AUTORIA: CLAUDIONOR DOS SANTOS
100% dos entrevistados responderam que são as bandeiras do Divino Espírito Santo de cores vermelha e branca e da Santíssima Trindade de cor azul e branca, ambas têm um símbolo que é uma coroa, um globo, e uma bomba, eles vêm simbolizando os dois santos. Quanto aos vestuários das mulheres saias rodadas e coloridas, anáguas, blusa tomara que caia de cor branca ou colorida, flor atrás da orelha, toalha de rosto, já os homens vestem calça comprida de cor branca, camisa manga colorida comprida ou curta, chapéu de palha, faixa na cintura. Declararam que os rituais são danças folclóricas e os instrumentos são as caixas feitas de pau e couro de cobra e que os objetos são colares, brincos, pulseiras de bijuterias e as comidas são o caldo ou o cozidão com bem verduras. A bebida tradicional é a gengibirra feita de gengibre, açúcar, cachaça, cravo da índia, ela é de extrema importância, pois trás energia para os participantes.
É, portanto o que nos informa o autor Luis Andrade, os participantes em sua maioria consta com calça branca com chapéu de palha enfeitados para os homens, enquanto as mulheres vestem-se com saias rodadas e coloridas, anáguas, blusa branca, além de uma toalha branca sobre o ombro usando para secar o suor do rosto. A festa vem acompanhada com danças e ao redor dos tocadores de caixas (tambores), durante a dança é servida a tradicional gengibirra, bebida feita de mistura de cachaça e gengibre, e sempre homenageando os santos Divino Espírito Santo e Santíssima Trindade através das bandeiras de cores vermelha e branca do Divino e azul e branca da Santíssima (2000, p. 37).
De que forma a cultura do Marabaixo sobrevive até os nossos dias?
RETIRADO DO TCC: A CULTURA AMAZÔNICA, EM ESPECIAL A DO AMAPÁ E
A IMPORTÂNCIA DO MARABAIXO PARA O FOLCLORE LOCAL
AUTORIA: CLAUDIONOR DOS SANTOS
Vinte e três pessoas (46%) responderam que o Marabaixo é tradição, o folclore é repassado de pai para filho, ou de geração em geração, tal como ocorre na família do Senhor Raimundo Lino Ramos (Pavão), um dos maiores precursores do Marabaixo no Estado, que repassou os conhecimentos da cultura somente para sua família, e a maioria não deixa morrer o ciclo. Fizeram questão de afirmar que o Marabaixo sobrevive com muita luta, ajuda de parentes, amigos, festeiros e com a determinação e a união dos grupos folclóricos.
Já doze pessoas (24%), responderam que o Marabaixo sobrevive através de ajuda e patrocínio do Governo do Estado, Prefeitura Municipal de Macapá, empresas privadas, festeiros e das pessoas antigas do bairro do Laguinho, antiga Favela.
Cinco pessoas (10%) responderam que sobrevive com muita dificuldade, precariedade e muito esforço de quem faz e se dedica à cultura desse estado. Três pessoas (6%) responderam ao contrário das opiniões citadas acima que o Marabaixo sobrevive através das ladainhas e festas populares e danças folclóricas, com ajuda dos organizadores do evento.
Outras três pessoas (6%) responderam que o Marabaixo sobrevive através de divulgações da cultura realizadas nas escolas, nos grupos existentes, e nos encontros dos Tambores.
Mais duas pessoas (4%) afirmaram que o Marabaixo sobrevive através da união existente dos grupos folclóricos, que hoje se destacam dentro de todo o Estado, passando de geração a geração a cultura do Marabaixo.
E por fim, as duas pessoas que restaram (4%) responderam que o Marabaixo vive de busca do resgate da cultura do Estado do Amapá, focalizando as suas origens negras dentro do Estado.
Segundo Fernando Canto, no seu livro “A Água Benta e o Diabo”, o Marabaixo, precariamente, a festa existe no bairro do Laguinho, conhecida com a festa do Divino Espírito Santo e Santíssima Trindade, vem nos dias atuais sobrevivendo das resistências e tradição pela comunidade negra, dita, assim enquanto festejo marcado no calendário de eventos e pela reverência aos santos (1981, p. 15). Percebe-se que o Marabaixo é uma cultura que sobrevive a duras penas com o esforço de um pequeno grupo de pessoas que lutam para que esta cultura não morra.
A IMPORTÂNCIA DO MARABAIXO PARA O FOLCLORE LOCAL
AUTORIA: CLAUDIONOR DOS SANTOS
Vinte e três pessoas (46%) responderam que o Marabaixo é tradição, o folclore é repassado de pai para filho, ou de geração em geração, tal como ocorre na família do Senhor Raimundo Lino Ramos (Pavão), um dos maiores precursores do Marabaixo no Estado, que repassou os conhecimentos da cultura somente para sua família, e a maioria não deixa morrer o ciclo. Fizeram questão de afirmar que o Marabaixo sobrevive com muita luta, ajuda de parentes, amigos, festeiros e com a determinação e a união dos grupos folclóricos.
Já doze pessoas (24%), responderam que o Marabaixo sobrevive através de ajuda e patrocínio do Governo do Estado, Prefeitura Municipal de Macapá, empresas privadas, festeiros e das pessoas antigas do bairro do Laguinho, antiga Favela.
Cinco pessoas (10%) responderam que sobrevive com muita dificuldade, precariedade e muito esforço de quem faz e se dedica à cultura desse estado. Três pessoas (6%) responderam ao contrário das opiniões citadas acima que o Marabaixo sobrevive através das ladainhas e festas populares e danças folclóricas, com ajuda dos organizadores do evento.
Outras três pessoas (6%) responderam que o Marabaixo sobrevive através de divulgações da cultura realizadas nas escolas, nos grupos existentes, e nos encontros dos Tambores.
Mais duas pessoas (4%) afirmaram que o Marabaixo sobrevive através da união existente dos grupos folclóricos, que hoje se destacam dentro de todo o Estado, passando de geração a geração a cultura do Marabaixo.
E por fim, as duas pessoas que restaram (4%) responderam que o Marabaixo vive de busca do resgate da cultura do Estado do Amapá, focalizando as suas origens negras dentro do Estado.
Segundo Fernando Canto, no seu livro “A Água Benta e o Diabo”, o Marabaixo, precariamente, a festa existe no bairro do Laguinho, conhecida com a festa do Divino Espírito Santo e Santíssima Trindade, vem nos dias atuais sobrevivendo das resistências e tradição pela comunidade negra, dita, assim enquanto festejo marcado no calendário de eventos e pela reverência aos santos (1981, p. 15). Percebe-se que o Marabaixo é uma cultura que sobrevive a duras penas com o esforço de um pequeno grupo de pessoas que lutam para que esta cultura não morra.
Como é desenvolvida a cultura do Marabaixo no Amapá?
RETIRADO DO TCC: A CULTURA AMAZÔNICA, EM ESPECIAL A DO AMAPÁ E
A IMPORTÂNCIA DO MARABAIXO PARA O FOLCLORE LOCAL
AUTORIA: CLAUDIONOR DOS SANTOS
Vinte e cinco pessoas (50%) entrevistadas responderam que a festa do ciclo do Marabaixo tem seu calendário oficial, em Macapá, que inicia no Domingo de Páscoa, no bairro do Laguinho, depois da missa na igreja de São Benedito, o Marabaixo é dançado de manhã e a tarde na casa do festeiro, cinco semanas depois da páscoa, num sábado, a festa é chamada “cortação do mastro”.
Outras dez pessoas (20%) falaram que o Marabaixo é desenvolvido através de missas, ladainhas, festas dançantes com a presença do povo.
Sete pessoas, 14% responderam que é uma festa folclórica oriunda de origem dos escravos descendentes dos negros.
Seis entrevistados (12%) falaram que é desenvolvida através do ciclo do Marabaixo, nos meses de maio e junho, quando se comemora a festa religiosa da Santíssima Trindade e Divino Espírito Santo.
E duas pessoas (4%) responderam que o Marabaixo é desenvolvida com pouca divulgação, a comunidade não prestigia como deveria, com uma participação afetiva.
As teorias do autor Luis Andrade reafirmam o que declara a maioria dos entrevistados que o desenvolvimento à cultura do Marabaixo no Amapá é praticado com maior intensidade em Macapá, no bairro do Laguinho. O Marabaixo tem inicio no Domingo de Páscoa e prossegue até o mês de junho, quando se comemora o Domingo do Senhor (2000, p. 37).
A IMPORTÂNCIA DO MARABAIXO PARA O FOLCLORE LOCAL
AUTORIA: CLAUDIONOR DOS SANTOS
Vinte e cinco pessoas (50%) entrevistadas responderam que a festa do ciclo do Marabaixo tem seu calendário oficial, em Macapá, que inicia no Domingo de Páscoa, no bairro do Laguinho, depois da missa na igreja de São Benedito, o Marabaixo é dançado de manhã e a tarde na casa do festeiro, cinco semanas depois da páscoa, num sábado, a festa é chamada “cortação do mastro”.
Outras dez pessoas (20%) falaram que o Marabaixo é desenvolvido através de missas, ladainhas, festas dançantes com a presença do povo.
Sete pessoas, 14% responderam que é uma festa folclórica oriunda de origem dos escravos descendentes dos negros.
Seis entrevistados (12%) falaram que é desenvolvida através do ciclo do Marabaixo, nos meses de maio e junho, quando se comemora a festa religiosa da Santíssima Trindade e Divino Espírito Santo.
E duas pessoas (4%) responderam que o Marabaixo é desenvolvida com pouca divulgação, a comunidade não prestigia como deveria, com uma participação afetiva.
As teorias do autor Luis Andrade reafirmam o que declara a maioria dos entrevistados que o desenvolvimento à cultura do Marabaixo no Amapá é praticado com maior intensidade em Macapá, no bairro do Laguinho. O Marabaixo tem inicio no Domingo de Páscoa e prossegue até o mês de junho, quando se comemora o Domingo do Senhor (2000, p. 37).
O que o Marabaixo representa para sua vida?
RETIRADO DO TCC:
A CULTURA AMAZÔNICA, EM ESPECIAL A DO AMAPÁ E
A IMPORTÂNCIA DO MARABAIXO PARA O FOLCLORE LOCAL
AUTORIA: CLAUDIONOR DOS SANTOS
Trinta e duas (64%) das pessoas responderam que o Marabaixo representa a identidade étnica cultural Africana, ou seja, representa para o grupo a identificação negra, de origem negra que persiste na luta pela resistência e persistência pela liberdade, livre de pressão e preconceitos, a oportunidade de sobrevivência dos valores, do jeito de ser, sentir e construir a vida do Afro-Amapaense, filhos africanos que ao chegarem ao “Brasil eram postos à venda como qualquer mercadoria” (SOUZA, 1987, p. 66), e cuja os direitos foram roubados por séculos.
30% dos entrevistados responderam que o Marabaixo representa na sua vida, uma manifestação de suas alegrias, tristezas, harmonia, amor, felicidade, diversão, emoção, que lembra os seus ancestrais Africanos e que conserva suas raízes culturais. Reafirma-se assim, a valorização da cultura negra em Macapá através do Marabaixo.
E três pessoas 6% dos entrevistados falaram que o Marabaixo representa uma dança religiosa, que é acompanhado ao cantar do verso “Ladrão”.
Esmeraldina dos Santos traduz com sabedoria o sentimento do amapaense com relação ao Marabaixo quando afirma: “Vou falar um pouco das festas, nas noites nos encantamos com tanta beleza, saias rodadas, tambores pinicados, pandeiros afinados e os negros velhos mandando os seus recados. É bonito, meu Deus, como se eu estivesse vendo meus antepassados, representa uma alegria de viver é tanta que debaixo do sol, chuva, relâmpago e trovão jamais perderam a fé em Deus, tudo isso era sinal que Deus não esquecia dos negros, escravos trabalhadores, e isso é nossa cultura é tudo isso” (2002, p. 17-18).
A CULTURA AMAZÔNICA, EM ESPECIAL A DO AMAPÁ E
A IMPORTÂNCIA DO MARABAIXO PARA O FOLCLORE LOCAL
AUTORIA: CLAUDIONOR DOS SANTOS
Trinta e duas (64%) das pessoas responderam que o Marabaixo representa a identidade étnica cultural Africana, ou seja, representa para o grupo a identificação negra, de origem negra que persiste na luta pela resistência e persistência pela liberdade, livre de pressão e preconceitos, a oportunidade de sobrevivência dos valores, do jeito de ser, sentir e construir a vida do Afro-Amapaense, filhos africanos que ao chegarem ao “Brasil eram postos à venda como qualquer mercadoria” (SOUZA, 1987, p. 66), e cuja os direitos foram roubados por séculos.
30% dos entrevistados responderam que o Marabaixo representa na sua vida, uma manifestação de suas alegrias, tristezas, harmonia, amor, felicidade, diversão, emoção, que lembra os seus ancestrais Africanos e que conserva suas raízes culturais. Reafirma-se assim, a valorização da cultura negra em Macapá através do Marabaixo.
E três pessoas 6% dos entrevistados falaram que o Marabaixo representa uma dança religiosa, que é acompanhado ao cantar do verso “Ladrão”.
Esmeraldina dos Santos traduz com sabedoria o sentimento do amapaense com relação ao Marabaixo quando afirma: “Vou falar um pouco das festas, nas noites nos encantamos com tanta beleza, saias rodadas, tambores pinicados, pandeiros afinados e os negros velhos mandando os seus recados. É bonito, meu Deus, como se eu estivesse vendo meus antepassados, representa uma alegria de viver é tanta que debaixo do sol, chuva, relâmpago e trovão jamais perderam a fé em Deus, tudo isso era sinal que Deus não esquecia dos negros, escravos trabalhadores, e isso é nossa cultura é tudo isso” (2002, p. 17-18).
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