quarta-feira, 13 de abril de 2011

Escola Antônio João comemora 40 anos de criação




A Escola Estadual Antônio João prepara uma vasta programação para comemorar seus 40 anos de criação. A escola foi inaugurada em 1971 e é uma das mais tradicionais do Estado.
De acordo com o diretor Paulo Ronaldo Caridade do Carmo, a escola Antônio João é uma referência em diversos segmentos, dentre eles o esporte, as artes e a Educação Especial.
Inaugurada dia 22 de maio de 1971, o Grupo Escolar Antônio João iniciou suas atividades na Educação do Território Federal do Amapá destinado a atender os alunos no segmento de 1º. a 4º. Em 1996 foi implantada o Ensino Supletivo, atendendo os segmentos da Alfabetização a 4º Série. Em decorrência da criação do Estado do Amapá em 1988, passou a se chamar Escola Estadual Antônio João.
O nome da escola é uma referência a Antônio João Ribeiro, militar nascido em Vila do Poconé, então Província do mato Grosso, em 24 de novembro de 1825. Ele teve atuação destacada na histórica resistência no Forte de Coimbra, quando paraguaios invadiram o território brasileiro.
O nome da escola da escola foi um pedido pessoal do general Ivanhoé Gonçalves Martins, então governador do Território, que queria homenagear o militar matogrossense.
Paulo Ronaldo diz que no sábado, 16, a comunidade escolar vai reunir para fechar os detalhes quanto à programação de aniversário, que inclui shows musicais com artistas da terra, exposição de trabalhos, palestras e vídeos sobre a escola.

Contatos para entrevistas
8122 4416 - Paulo Ronaldo - diretor

domingo, 10 de abril de 2011

A CURANDEIRA

RETIRADO DO TCC: CULTURA AMAZÔNICA, EM ESPECIAL A DO AMAPÁ E
A IMPORTÂNCIA DO MARABAIXO PARA O FOLCLORE LOCAL.
AUTORIA: CLAUDIONOR DOS SANTOS

Muitas histórias se tem contado sobre a Benzedeira Dona Maroca. É das boas, tira quebranto, mal olhado, desmancha feitiços. Dona Maroca mora no Bairro do Beirol. É uma senhora amável, com muita bondade, curandeira de qualquer mal. Dona Maroca já fez muitas famas, mas uma delas chamou a atenção, foi quando conseguiu curar uma mulher que estava muito inflamada.
Ela era protestante e não acreditava em Benzedeira, que é comum para essas seitas. Tudo parecia ocorre muito bem, até que certo dia, Dona Antônia, começou a sentir umas fortes dores na barriga. Descobriu que estava inflamada há muito tempo e não gozava de saúde, pensou que fosse uma simples inflamação, mas ficou vários dias impossibilitada de trabalhar, pois as dores eram constates e resolveu procurar o médico, fez exames, tomou injeção, fez a medicação correta e nada de melhorar, piorando ainda mais. Retornou ao médico, repetiu todos os exames e a medicação, mas continuou piorando ainda mais. Foi aí que falaram para ela de Dona Maroca benzedeira, que era das boas, que só não curava se não tivesse jeito. Vendo que ia morrer, e tendo procurado todos os recursos e cada dia piorava desesperada resolveu procurar Dona Maroca para lhe benzer. Dona Maroca trouxe do quintal uma porção de cascas de ervas medicinais. Preparou-lhe um chá e mandou que bebesse para em seguida benzer a inflamação. No outro dia, não doía mais nada em sua barriga e com poucos dias já estava trabalhando. Logo depois foi agradecer pela graça recebida.

A LENDA DA BACABA




RETIRADO DO TCC: A CULTURA AMAZÔNICA, EM ESPECIAL A DO AMAPÁ E
A IMPORTÂNCIA DO MARABAIXO PARA O FOLCLORE LOCAL
AUTORIA: CLAUDIONOR DOS SANTOS

Populares da região ribeirinha de Macapá e Mazagão, falam das lendas do Amapá.
Dizem que existiam muitas bacabas, mas não davam frutos. Na região existia a tribo dos Tucujus que era famosa pelos seus fortes guerreiros. O seu chefe cacique Carnaúba, sempre orientava os seus guerreiros a viverem em paz sem invadir as terras de outras tribos. Lembrava o que tinha acontecido aos seus ancestrais, sobre a grande miséria que passaram. Nesta época existia pouca caça, pesca e colheita; a miséria era muito grande, quase igual a dos seus antepassados. Existia também a tribo dos Tupis, que possuía grandes guerreiros e não fazia muito pela paz. Seu chefe o cacique Mandarú era muito arrogante e não admitia correção dos seus erros.
Um dia a desgraça foi inevitável e se abateu sobre as duas tribos. O chefe Carnaúba procurou preservar ao máximo a natureza para que no futuro tivessem fartura. Mas a tribo dos Tupis não parava e continuou a invadir a região. Sem alternativa as tribos dos Tupis e Tucujus entraram em choque, foi uma batalha árdua, pouco a pouco foram se destruíndo, homens e mulheres perdendo vidas. Já estavam poucos da tribo e o chefe Mandarú da tribo Tupi foi morto na batalha, só assim veio reinar a paz. Após a guerra, uma peste apareceu, uma grande doença se abateu sobre as tribos, o mal era uma febre, logo não poderiam mais caçar, pescar e fazer colheitas. Os alimentos eram muito escassos e precisavam de muito esforço para abater uma caça e muitos morreram de fome.
Após algumas Luas o mal desapareceu por completo, mas os sobreviventes estavam entristecidos e pediam a Tupã que protegesse seus mortos. A miséria continuava e as tribos pediam ao Deus Tupã que lhes dessem uma solução para resolver o problema da fome. A resposta não durou muito e o cacique Carnaúba teve um sonho com o Deus Tupã, este dizia que uma das filhas do Cacique Carnaúba deveria casar-se com um dos filhos do cacique Mandarú e assim foi feito.
O filho de Carnaúba chamava-se Mã e a filha de Mandarú chamava-se Caba, se casaram e foram abençoados por Tupã. Da junção dos nomes do casal formou-se a palavra “macaba” e a partir daí todos os anos as macabeiras (palmeira solteira), davam frutos pequenos de onde se extraí um vinho de cor acinzentado. Começaram a dar frutos e as árvores se espalharam por toda a floresta. Apareceu à caça, o peixe, a coleta de frutos e a vida melhorou. Com o passar do tempo Mã e Caba, tiveram uma filha chamada Macaba e nasceu outro neto de Mandarú chamado Darú, ambos iam se casar, mas um dia Darú foi para o mato tirar Bacaba e não voltou mais. Macaba ficou tão triste que resolveu ficar solteira até a morte. Deste aí a árvore da bacabeira ficou solteira e nunca mais teve filhos.
Com o passar dos tempos Macapá se originou da palavra tupi, que é uma variação de macapaba. Hoje macaba é conhecida pelo nome de Bacaba.

A COBRA SOFIA




RETIRADO; A CULTURA AMAZÔNICA, EM ESPECIAL A DO AMAPÁ E
A IMPORTÂNCIA DO MARABAIXO PARA O FOLCLORE LOCAL
AUTOR: CLAUDIONOR DOS SANTOS

Diz a lenda que há muito tempo atrás vivia em uma aldeia na ilha de Santana, uma linda índia que se chamava “ICORÔ. A beleza da índia era tão grande, que todos da tribo a invejavam e se sentiam enciumados, pois era muito cortejada, transformando sua felicidade em uma prisão, seu destino estava traçado pelo Deus Tupã. Icorã quase não saía de oca e a poucas vezes que saía era à noite, quando ia à beira de um lindo e grande lago, conversar com a lua sobre o seu sofrimento. Um dia ICORà saiu para se banhar no lago e foi avistada pelo Boto TUCUXI, que ficou loucamente apaixonado por ela, transformou-se em um belo homem e foi até à moça, que também gostou dele, rendeu-se ao seu encantamento e deixou possuí-la. Em poucos meses ICORà sentiu que estava grávida e descobriu que o filho era de um boto. ICORÃ, com vergonha de sua tribo, embrenhou-se na mata até nascer à criança.
Quando a criança nasceu deu-lhe o nome de SOFIA e atirou-a no lago para que morresse afogada e nem se tornasse suspeita de que tinha tido uma criança. Depois retornou à aldeia, mas o boto viu a índia jogando a criança no lago, ele pegou e a transformou em cobra d’água para evitar sua morte. Depois de muito tempo ICORÃ encontrava-se à beira do grande lago e viu uma cobra grande, com um olhar estranho aproximando-se dela, mas ICORÃ saiu assustada com medo da cobra. Na noite seguinte o boto TUCUXI, revelou em sonho o segredo. No outro dia, ICORÃ foi até o lago e a imensa cobra, de longe rebujava e foi embora para o rio. ICORÂ chorou muito, mas sabia que o destino predestinava e a cobra foi morar na ilha de Santana. Contam que o Rio Matapi e o Igarapé da Fortaleza foram formados pelo seu trajeto.
Diz o senhor Domingos, morador antigo da ilha de Santana, que deram um tiro na cobra Sofia e que ela ficou cega de um lado. Contam também que se alguém tentar matá-la, a ilha de Santana vai toda para o fundo, pois é a cobra que sustenta a ilha.

sábado, 9 de abril de 2011

Vereador Clécio discutir a criação do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança Pública do Município

A Câmara de Vereadores do Município de Macapá (CMM) Através do Vereador Clécio Luis (PSOL) realizou uma Sessão Especial para discutir a criação do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança Pública em âmbito municipal. A proposta partiu do Delegado da Polícia Civil e coordenador do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança Pública Estadual, Francisco Sávio Alves Pinto.
Objetivo:
Congregar de forma articulada as forças de segurança pública no município para combater aos crimes urbanos. O funcionamento regular do gabinete proporcionará a capital o acesso a programas e recursos provenientes da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) e do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI – LEI 11.530/2008), o que pode viabilizar projeção de inúmeras ações e programas de segurança pública local, como por exemplo, o monitoramento eletrônico dos principais pontos da cidade.
“O município esta atrasado na criação do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança Pública do Município, esperamos com a sessão motivar o município a cumprir este requisito e dar um salto importante na qualidade da segurança pública em Macapá”, disse Clécio Luís, Vereador.
Foram convidados representantes dos seguintes órgãos:
Prefeitura Municipal de Macapá, Justiça Federal, Ministério Público Estadual, Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (SEMPLA), 4º Departamento Regional da Polícia Rodoviária Federal do Amapá, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN/AP), Polícia Federal, Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP), Delegacia Geral de Polícia Civil, Comando Geral de Polícia Militar do Estado do Amapá e Guarda Municipal.

CMM realiza audiência pública para discutir Políticas Públicas no Âmbito da Cultura do Município.




A Câmara de vereadores do Município de Macapá (CMM) Através do Conselho Estadual de Cultura do Amapá realizou na quinta-feira, 31, uma audiência pública com tema: “Políticas Públicas no Âmbito da Cultura do Município de Macapá.
Objetivo:
No intuito de coletar dados que fundamentem a construção de planos municipais de cultura que possam refletir os reais anseios dos trabalhadores da cultura e das artes, e posteriormente a formatação do sistema estadual e sua adesão ao sistema nacional.
Assuntos abordados:
Os vereadores debateram sobre as necessidades e novos rumos a ser adotado para consolidar o fazer artístico, cultural como necessidade para o engrandecimento intelectual da sociedade.
Centro das discussões:
Criação da Secretaria Municipal de Cultura, Lei Municipal de Incentivo à Cultura, Fundo Municipal de Arte e Cultura e Conselho Municipal de Cultura, enquanto política publica de estado para a cultura. O Conselho Estadual de Cultura do Amapá.
“Acredita com a consolidação dos Sistemas Municipais, do Sistema Estadual e a adesão deste ao Sistema Nacional de Cultura emitiremos uma carta de alforria a todos aqueles que vêem na cultura e nas artes uma forma honesta de ganhar o pão de cada dia, de criar a dar dignidade a seus filhos e filhas e amenizar as mazelas sociais que afligem nosso estado hoje”, explicou João Porfírio, Presidente do Conselho Estadual de Cultura.
Visitas:
O primeiro município visitado foi Santana, onde a lei que cria o Conselho municipal já está aprovada e prestes a ser sancionada, com possibilidades reais de ter seus primeiros editais públicos lançados no inicio do segundo semestre de 2011. Até agora todos os marcos regulatórios já conquistados e os que ainda estão por vir tem e necessitam de ter a cara da cultura amapaense.
Avanço das discussões:
O Município de Laranjal do Jarí onde o processo encontra-se bastante adiantado na medida em que a participação dos vereadores municipais se deu em massa, reafirmando seus compromissos em aprovar as deliberações da audiência publica.
Resultados:
Ao final, firmou-se um pacto entre a Prefeitura de Macapá, a Câmara dos Vereadores e os fazedores da cultura para se formar um grupo de trabalho que assegurará que tudo o que foi acordado nesta audiência será, de fato, cumprido.

CÂMARA EM AÇÃO – 08 DE ABRIL

Vereador Rilton Amanajás (PSDB)
Projetos de Leis do Presidente: Projeto de Lei 050/2009-CMM, institui o “Dia Municipal da Capoeira” a ser comemorado anualmente no dia 04 de Outubro. Projeto de Lei 076/2009-CMM institui o “Dia Municipal do Rio Amazonas” a ser comemorado anualmente no dia 06 de setembro. Projeto de Lei 101/2009-CMM, cria no âmbito do Município de Macapá, o Fundo Municipal de Participação dos Esportes – EMPE.



Vereadora Clécio Luiz (PSOL)
Foi aprovado por unanimidade em reunião da comissão de educação, cultura e desporto, o projeto de lei que dispõe sobre o estatuto da proteção do patrimônio histórico artístico e cultural do Município de Macapá. O projeto tem o objetivo de preservar e reconhecer como patrimônio todos os elementos que definem a identidade cultural de nosso povo, como as práticas, representações, expressões, conhecimentos.

Vereador Ruzivan de Jesus (PDT)
O vereador vem trabalhando para obter sucessos em seus projetos. Projeto de Lei Nº 106/2009 – CMM. Institui o dia Municipal do Doador do Doador Voluntário de Sangue no Município de Macapá e dá outras providências. Projeto de Lei Nº 002/2010 – CMM. Dispõe sobre o comércio de artigos de conveniência e prestação de serviços de utilidade pública em farmácias e drogarias no âmbito do Município de Macapá e dão outras providencias.

Vereador Washington Picanço (PSDB)
O vereador solicitou a dois de seus colaboradores que comparecessem até a UBS Marcelo Cândia localizada no bairro Jardim Felicidade, para ocuparem denúncias de que aquela casa de saúde estava com os serviços de pronto atendimento paralisados. Ao chegarem à UBS em conversa com alguns usuários que estava no local onde se verificou maiores problemas com relação à prestação dos serviços oferecidos.


Vereador Luiz José - LUIZINHO (PT)
Suas proposições de sua autoria que já são Leis: Projeto de Lei nº 075/2009-CMM, Dispõe sobre a denominação da Passagem Goiás, a via pública localizada entre as ruas Goiás e Rio Grande do Norte, no bairro Pacoval, devido a abaixo assinado dos moradores. Após ter sido aprovado na Câmara e sancionado pelo Prefeito, transformou na Lei Municipal nº 1748/2009-PMM, sendo publicado no Diário Oficial nº 1549, de 29/12/2009