Objetivo deste blog é divulgar materias relacionados de interesse popular, sempre respeitando a ética e moral de quem desejo informar.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Sarney retoma o trabalho no Senado e agradece pela solidariedade
"Estou recuperado e grato pela solidariedade dos amigos, dos senadores, deputados e jornalistas". Com essa frase o presidente José Sarney iniciou sua rápida conversa com os repórteres ao chegar ao Senado, nesta manhã, depois de 30 dias afastado para tratamento de saúde. "A senadora Marta Suplicy (PT-SP) fez um trabalho excepcional, durante este mês. O Senado funcionou muito bem, votou matérias importantes, e a CPI está trabalhando com rigor", prosseguiu o senador.
Quanto à pauta do Senado, Sarney informou que será decidida com os líderes partidários. "Vamos entrar numa fase atípica, eleitoral, e teremos que marcar datas específicas para fazer esforço concentrado, como se faz todos os anos em que ocorre eleição, para votar as matérias prioritárias", explicou o presidente. "Pedimos aos partidos que fizessem uma relação das matérias que julgassem importantes para que nós estabelecêssemos pautas específicas."
Ele explicou que antecipou sua chegada para participar às 11h da sessão solene do Congresso Nacional em comemoração aos 46 anos do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Minutos antes da sessão, Sarney recebeu o vice-presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Previdência, Garibaldi Alves, com quem caminhou até o plenário onde presidiu a cerimônia.
"Deveria chegar hoje à noite, mas voltei pela manhã para participar da sessão de aniversário dos 46 anos do PMDB, que é o grande partido da luta pela democracia e justiça social, dois princípios fundamentais do PMDB".
DEPUTADO MICHEL JK PARTICIPA DE POSSE OS MEMBROS DA FRENTE PARLAMENTAR DE APOIO AO COOPERATIVISMO
O Deputado Estadual e vice-presidente da Frente Parlamentar de apoio ao cooperativismo da Assembléia Legislativa do Amapá, Michel JK, participou na manhã desta segunda-feira (14) da posse dos membros da Frente Parlamentar de apoio ao Cooperativismo da Câmara Municipal de Macapá.
O Amapá conta hoje com cerca de 80 cooperativas com 7 mil cooperados registrados em diversas atividades econômicas como: saúde, mineração, agricultura, pesca, extrativismo, crédito, dentre outras.
Em pouco tempo, constituída em 2011, a Frente Estadual de apoio ao cooperativismo já traçou bons resultados para a atividade no Amapá. Com a criação da Frente na CMM já são dois municípios amapaenses que se empenham no trabalho desenvolvido pelas cooperativas.
Segundo o deputado Estadual Michel JK, desde que foi criada a Frente Parlamentar Estadual já encaminhou ofícios para o Governo do Estado com o objetivo de ampliar o trabalho realizado pelas cooperativas do Amapá. “Estamos trabalhando para melhorar a atividade em nosso Estado”, disse o parlamentar.
O deputado explicou também que a intenção a partir de agora é trabalhar as duas frentes parlamentares em conjunto, a estadual e a do município de Macapá. “A nossa intenção é prestar suporte técnico e o que for necessário para que possamos realizar um trabalho eficiente em apoio às cooperativas”, afirmou Michel.
Além de Macapá, o município de Santana também já possui Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo. Os municípios de Mazagão, Itaubal e Tartarugualzinho já estão em andamento para a implantação da Frente. Mas, a intenção é que todos os municípios amapaenses implantem a iniciativa.
Um crime contra o futuro
Por: Janete Capiberibe
O Brasil se prepara para sediar a Rio+20, conferência da ONU que reunirá líderes de todo o mundo para discutir alternativas de sustentabilidade para evitar que deixemos às gerações futuras um planeta devastado. Mas o evento poderá se transformar num vexame internacional para o país tendo o Congresso Nacional suprimido o Código Florestal, de forma tão agressiva e devastadora quanto tem sido a abertura de fronteiras agrícolas no Brasil.
Sem dúvida, o Congresso entrará para a história como um dos grandes responsáveis pela degradação ambiental do planeta. Pela desinformação e pela omissão. Uma vez aprovado, só resta aos que defendem a segurança ambiental no Brasil esperar pelo veto da presidenta Dilma Rousseff e a volta da vigência do Código Florestal de 1965.
Reformado positivamente nos anos 1980, este código se tornou uma legislação ambiental modelo para outras nações que almejam reverter o esgotamento do seu meio ambiente e combater as causas do aquecimento global. Demoramos uma geração para que suas determinações fossem cumpridas e, quando chegamos a esse estágio, setores do agronegócio alegam, falsamente, que restrições ambientais inibem o aumento da produção e exportação de alimentos para, então, suprimi-lo.
Esquecem que foi sob a vigência do atual Código Florestal e do investimento público em pesquisas, novas tecnologias e financiamentos diretos que nos tornamos o 2º maior exportador mundial de alimentos em menos de 40 anos. E é preciso lembrar que, na última década, o Brasil registrou redução na velocidade do desmatamento, ao mesmo tempo em que ampliou sua produção agrícola.
Também é falso o argumento usado pelos ruralistas de que o novo Código beneficia os pequenos agricultores. Ora, as mudanças propostas irão beneficiar, principalmente, grandes proprietários – agricultores, madeireiros, criadores de gado, mineradores e outros – que praticaram desmatamento no passado.
Um estudo mostra que 92% das catástrofes ambientais, com centenas de mortes em diversos estados brasileiros – Alagoas, Pernambuco, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais –, ocorreram exatamente onde as APPs foram ocupadas ilegalmente. A redução ou supressão dessas áreas colocará em grave risco o abastecimento de água rural e urbano.
O que o novo Código Florestal propõe provocará a redução das APPs em até 60% na Amazônia. O Estado do Amapá, por exemplo, está sendo punido por ter escolhido um modelo de desenvolvimento econômico sustentável, com a floresta em pé, e ter 70% do seu território ocupado por terras indígenas e unidades de conservação. É o único na Amazônia nessa condição. O parágrafo 5º no artigo 13 do projeto, incluído no Senado e aprovado pela Câmara, só atinge o Amapá e poderá legalizar o corte de 270 mil hectares de reserva legal. Repudiamos essa imposição.
É preciso investir maciçamente em pesquisa e tecnologia para que a floresta em pé seja tão ou mais lucrativa do que se for derrubada. Assim, será cada vez mais viável a geração e a distribuição de renda na Amazônia por meio da exploração sustentável da floresta e não por um uma cultura de supressão dos biomas, das populações e das culturas locais.
Curvada ao que pretende apenas um segmento – o do agronegócio – de todos os que formam a complexidade do nosso país, o Congresso aboliu uma lei que tem produzido resultados positivos, permitindo a produção agrícola com crescimento anual superior a qualquer outro país, e que determina o uso minimamente responsável do solo, da água, das florestas. As futuras gerações não nos perdoarão.
O Brasil se prepara para sediar a Rio+20, conferência da ONU que reunirá líderes de todo o mundo para discutir alternativas de sustentabilidade para evitar que deixemos às gerações futuras um planeta devastado. Mas o evento poderá se transformar num vexame internacional para o país tendo o Congresso Nacional suprimido o Código Florestal, de forma tão agressiva e devastadora quanto tem sido a abertura de fronteiras agrícolas no Brasil.
Sem dúvida, o Congresso entrará para a história como um dos grandes responsáveis pela degradação ambiental do planeta. Pela desinformação e pela omissão. Uma vez aprovado, só resta aos que defendem a segurança ambiental no Brasil esperar pelo veto da presidenta Dilma Rousseff e a volta da vigência do Código Florestal de 1965.
Reformado positivamente nos anos 1980, este código se tornou uma legislação ambiental modelo para outras nações que almejam reverter o esgotamento do seu meio ambiente e combater as causas do aquecimento global. Demoramos uma geração para que suas determinações fossem cumpridas e, quando chegamos a esse estágio, setores do agronegócio alegam, falsamente, que restrições ambientais inibem o aumento da produção e exportação de alimentos para, então, suprimi-lo.
Esquecem que foi sob a vigência do atual Código Florestal e do investimento público em pesquisas, novas tecnologias e financiamentos diretos que nos tornamos o 2º maior exportador mundial de alimentos em menos de 40 anos. E é preciso lembrar que, na última década, o Brasil registrou redução na velocidade do desmatamento, ao mesmo tempo em que ampliou sua produção agrícola.
Também é falso o argumento usado pelos ruralistas de que o novo Código beneficia os pequenos agricultores. Ora, as mudanças propostas irão beneficiar, principalmente, grandes proprietários – agricultores, madeireiros, criadores de gado, mineradores e outros – que praticaram desmatamento no passado.
Um estudo mostra que 92% das catástrofes ambientais, com centenas de mortes em diversos estados brasileiros – Alagoas, Pernambuco, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais –, ocorreram exatamente onde as APPs foram ocupadas ilegalmente. A redução ou supressão dessas áreas colocará em grave risco o abastecimento de água rural e urbano.
O que o novo Código Florestal propõe provocará a redução das APPs em até 60% na Amazônia. O Estado do Amapá, por exemplo, está sendo punido por ter escolhido um modelo de desenvolvimento econômico sustentável, com a floresta em pé, e ter 70% do seu território ocupado por terras indígenas e unidades de conservação. É o único na Amazônia nessa condição. O parágrafo 5º no artigo 13 do projeto, incluído no Senado e aprovado pela Câmara, só atinge o Amapá e poderá legalizar o corte de 270 mil hectares de reserva legal. Repudiamos essa imposição.
É preciso investir maciçamente em pesquisa e tecnologia para que a floresta em pé seja tão ou mais lucrativa do que se for derrubada. Assim, será cada vez mais viável a geração e a distribuição de renda na Amazônia por meio da exploração sustentável da floresta e não por um uma cultura de supressão dos biomas, das populações e das culturas locais.
Curvada ao que pretende apenas um segmento – o do agronegócio – de todos os que formam a complexidade do nosso país, o Congresso aboliu uma lei que tem produzido resultados positivos, permitindo a produção agrícola com crescimento anual superior a qualquer outro país, e que determina o uso minimamente responsável do solo, da água, das florestas. As futuras gerações não nos perdoarão.
Eleição no Conselho Regional de Medicina/AP é anu lada e diretoria é destituída.
SENTENÇA N. 145/2011, REGISTRADA NO LIVRO DE REGISTRO DE SENTENÇAS CÍVEIS N. 60, LETRA A , ÀS FLS. 51/57. DISPOSITIVO: ANTE O EXPOSTO, COM FUNDAMENTO NO ART. 269, INCISO I, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, JULGO PROCEDENTES OS PEDIDOS FORMULADOS NA INICIAL E, EM CONSEQUÊNCIA, DECLARO A NULIDADE DA ELEIÇÃO DO CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO AMAPÁ - CREMAP, REALIZADA NO DIA 07/8/2008, ASSIM COMO DOS ATOS HOMOLOGATÓRIOS DA REFERIDA ELEIÇÃO: ATA DA COMISSÃO ELEITORAL - ELEIÇÃO CREMAP/2008 (FLS. 156/158) E RESOLUÇÃO DO CFM Nº 1856/2008 (FLS. 159/160)./ EM HOMENAGEM AO PRINCÍPIO DA EFETIVIDADE DA JURISDIÇÃO E CONSIDERANDO O TEOR DO COMANDO EXARADO NESTA SENTENÇA, CONCEDO A ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA PARA DETERMINAR AO CREMAP E AO CFM A REALIZAÇÃO DE NOVA ELEIÇÃO PARA ESCOLHA DE CONSELHEIROS EFETIVOS E SUPLENTES DO CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO AMAPÁ, A SER REALIZADA NO PRAZO MÁXIMO DE 60 (SESSENTA) DIAS, CONTADOS DA INTIMAÇÃO DESTA SENTENÇA./ CONDENO OS RÉUS DORIMAR DO SANTOS BARBOSA E OUTROS (INTEGRANTES DA CHAPA 02) E O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA AO PAGAMENTO DOS HORÁRIOS ADVOCATÍCIOS, OS QUAIS, COM FUNDAMENTO NO ART. 20, § 4º, DO CPC, FIXO EM R$ 2.400,00 (DOIS MIL E QUATROCENTOS REAIS), METADE PARA CADA UM./ CUSTAS EM RESSARCIMENTO PELOS RÉUS, À EXCEÇÃO DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (ART. 4º, I, DA LEI Nº 9.289/96)./ SENTENÇA NÃO SUJEITA AO REEXAME NECESSÁRIO (ART. 475, § 2º, DO CPC).
sábado, 12 de maio de 2012
CST – PSOL faz acordo com PSB no Amapá
Por: João Silva de Amorim / Técnico de Enfermagem do Estado do Amapá
Parece estranho não é mesmo? Mas isto está acontecendo no Amapá. A Corrente Socialista dos Trabalhista, entidade que pertence ao PSOL, vem amadurecendo um acordo eleitoral com o Governador Camilo Capiberibe do PSB. Este acordo parte do princípio de “facilitar”a vida do Governo do Estado do Amapá (GEA), através da ação do Sindicato de Saúde, presidido por Dorinaldo Malafaia, que também é da direção nacional desta entidade interna do PSOL. Em troca, o presidente da CST e do Sindicato de saúde, receberá o apoio financeiro para sua campanha para vereado na capital do Amapá. E este acordo vem sendo construído desde a campanha do governador para a prefeitura de Macapá, conforme você pode constatar na foto do senhor Dorinaldo Malafaia, usando o adesivo do PSB em 2008, em um comício realizado na capital, assim como o mesmo também deu total apoio a campanha do PSB em 2010, quando a sua “companheira” Cássia Evangelista, do DCE da UNIFAP representou sua entidade, a CST, no programa eleitoral do PSB, pedindo voto em nome da juventude.
Agora, este acordo ficou bem as claras, porque o acordo fechado com o GEA, além de rebaixado, ele ainda divide a enfermagem, como o GEA quis, e segundo o site do sindicato do Malafaia o que eles acordaram foi o seguinte: 1. Aumento linear de 8% sobre o salário-base (este reajuste o GEA deu para todos os trabalhadores do estado); 2. Reajuste de 15% na Gratificação de Atividade em Saúde (GAS) para os municípios de Macapá e Santana (e o restante dos trabalhadores dos outros municípios? não tem o mesmo direito?). veja o restante deste acordão aqui sindesaudeamapa.blogspot.com.br e vejam, que do acordo fechado, a maioria é criação de de mesa de negociação, ou de comissões para estudo.
E para assinar este acordo, chamaram o Governador Camilo do PSB, em um grande evento organizado pelo Sindicato no Centro de Convenções João Batista de Azevedo Picanço, para induzir os trabalhadores a acharem que o GEA é aliado deles.
O Brasil precisa saber dos acordos que esta entidade, a CST, e seu presidente fazem aqui no Amapá! Se você também discorda destas arbitrariedades, repasse esta informação, não deixe que estas pessoas continuem enganando pessoas honestas.
Reunião na Assembleia Legislativa aborda questões para o desenvolvimento da fronteira amapaense
Por: Laura Gracindo
A Assembleia Legislativa do Amapá foi palco da reunião da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados sobre fronteiras nesta sexta-feira (11). A audiência é parte dos preparativos do 1º Seminário Internacional Sobre Fronteiras que será realizado em julho, em Brasília.
O deputado Vinícius Gurgel, que presidiu os trabalhos da reunião, comemorou a iniciativa. “O objetivo desta reunião foi justamente abrir um canal para entender exatamente quais são as necessidades e demandas da população e do governo para tornar as regiões de fronteira mais produtivas”, explicou. O deputado ressaltou a importância de investimentos para incentivar o interesse nas fronteiras. “A questão primordial é segurança pública. Sabemos que este é um fator preponderante para desenvolver o turismo, por exemplo. Também precisamos de uma comunidade bilíngue, a fim de que se tornem mais eficientes os negócios e o próprio convívio com a nação vizinha”, pontuou.
Vinícius Gurgel salientou o empenho da bancada federal e da Câmara dos Deputados para levar esta discussão a diante e fomentar ainda mais a discussão dentro e fora do país. “A bancada federal tem dedicado bastante tempo para tratar destas questões, como o funcionamento da ponte binacional e o investimento em obras e melhorias que contemplem Oiapoque, por exemplo”.
Um dos expositores, o coordenador geral de Programas Macrorregionais do Ministério da Integração (MI), Roosevelt Tomé Silva Filho destacou que é preciso avaliar cada área de modo a propor soluções que incentivem a produção local. “É necessário identificar as cadeias produtivas para gerar emprego e renda. Só assim, será possível alcançar o desenvolvimento”.
Um dos representantes dos catraieiros, José Ribamar, lembrou a dificuldade que os moradores de regiões de fronteira enfrentam. “A Ponte Binacional é, de fato, muito importante. Mas é preciso estudar com cautela o impacto das ações na vida dos moradores. Hoje, enfrentamos grandes problemas pela ameaça de perdermos nossos empregos”, afirmou.
O deputado Vinícius Gurgel salientou que o conteúdo da reunião será transformado em um relatório que será entregue e discutido durante o Seminário, em julho. Ele também assegurou o compromisso da bancada federal em levar as questões específicas do Oiapoque para a presidente Dilma Roussef.
Participaram da reunião os secretários estaduais do Esporte, Luiz Pingarrilho, de Segurança, Máricio Roberto, de Desenvolvimento Rural, Paulo Nunes, de Turismo, Ana Lúcia, de Meio Ambiente, Newton Marcelo, o superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral, Antônio Feijão, o superintendente federal do Ministério da Pesca, Ricardo Ângelo, o presidente da Diagro, Marcos Aurélio, e o superintendente da Vigilância Sanitária, Carlos Schimidt. Também participaram o representante da Associação Desintegrada Franco-Brasileira de Cayenna, Tadeu Trajano e os representantes das associações de catraieiros, Adalto Santos e Luiz Antonio. Os deputados federais Evandro Milhomen e Fátima Pelaes e os deputados estaduais Alberto Alcolumbre e Telma Gurgel compuseram a mesa do debate.
Dia de Nossa Senhora de Fátima
Nossa Senhora de Fátima (ou Nossa Senhora do Rosário de Fátima) é uma das designações atribuídas à Virgem Maria que, segundo a Igreja Católica, terá aparecido repetidamente a três pastores, crianças na altura das aparições, no lugar de Fátima, tendo a primeira aparição acontecido no dia 13 de Maio de 1917. Estas aparições terão continuado durante seis meses seguidos, sempre no mesmo dia (exceptuando em Agosto). A aparição é associada também a Nossa Senhora do Rosário, sendo portanto aceite a combinação dos dois nomes - dando origem a "Nossa Senhora do Rosário de Fátima" - pois, segundo os relatos, "Nossa Senhora do Rosário" teria sido o nome pelo qual a Virgem Maria se haveria identificado, dado que a mensagem que trazia consigo era um pedido de oração, nomeadamente, a oração do Santo Rosário.
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