sábado, 6 de julho de 2013

Nota à imprensa

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) vem por nota esclarecer que vem cumprindo o prazo legal estabelecido para efetuar o pagamento das empresas terceirizadas que atendem a Sesa na prestação de serviço nas áreas de limpeza, mão-de-obra, alimentação e quimioterapia.
Neste sentido, a secretaria vem priorizando a liberação de pagamento conforme diretrizes estabelecidas no Termo de Ajuste de Conduta (TAC), nº 001/2013, assinado dia 12 de junho, entre Governo do Amapá, Secretaria de Estado da Saúde, Procuradoria Geral de Justiça, Procuradoria Geral do Estado, Auditoria Geral do Estado e Promotoria de Justiça.
A Sesa esclarece ainda que em nenhum momento vem burocratizando a liberação destes pagamentos, e sim cumprindo o estabelecido pelo TAC. O pagamento do mês de abril será executado a partir desta sexta-feira (05/07) e o pagamento referente ao mês de maio ocorrerá durante o mês de julho.
Neste período a Sesa também lançou editais para a contratação de empresas nas áreas de limpeza, alimentação e mão-de-obra. Os editais foram lançados obedecendo ao prazo legal de 15 dias estabelecido após a assinatura do TAC.

Sebrae e empresários realizam o ‘arraiá’ do panificador, neste sábado (6)

Por: Denyse Quintas / SEBRAE

No Amapá, o setor de panificação é composto 75% de empresários oriundos da região nordeste do Brasil, onde as festas juninas, quadrilhas e forró são características marcantes e associadas à cultura nordestina. E com o objetivo de homenagear os panificadores no estado, valorizando a origem e cultura; em 2013, o evento em comemoração ao Dia do Panificador, será realizado neste sábado, 6 de julho, a partir das 20h, na sede campestre da BETRAL, nos moldes dos festejos juninos, intitulado ‘Arraiá dos Panificadores’.

O Projeto Panificação Profissional do Sebrae, por meio da ação ‘Promoção de Eventos do Setor’, apoia realizações de valorização dos profissionais desse segmento econômico, entre eles, homenagem ao Dia do Panificador, comemorado em todo território nacional no dia 8 de julho. Nessa data, em especial, incentivados pela Associação Brasileira de Indústria da Panificação (ABIP), os parceiros do setor organizam diversas ações para homenagear aqueles que diariamente produzem o alimento mais antigo e democrático da humanidade – os panificadores e suas equipes.

Segundo a gestora do Projeto Panificação Profissional do Sebrae no Amapá, Nelma Pires, considerando a relevância da atividade desse segmento para o desenvolvimento econômico e social do estado é importante que a atuação dos empresários da panificação seja reconhecida e valorizada pela sociedade, por esse motivo, tradicionalmente, há 5 anos, a data é comemorada no Amapá.  “Atualmente, os empresários estão no comando da programação, por meio da Aspams e Sindpanc, e nós parceiros investindo na realização. Isso demonstra o amadurecimento e o comprometimento desses empresários na realização de ações que visam promover o nome do setor de panificação amapaense”, disse a gestora do Projeto Panificação Profissional do Sebrae no Amapá, Nelma Pires.

Para Nelma Pires, são muitos os motivos para comemorar essa data e nada mais gratificante do que prestar as homenagens devidas a esses empreendedores da madrugada e celebrar  com eles, essa data tão importante e significativa para o setor – o Dia do Panificador.

O ‘Arraiá dos Panificadores’ é uma realização dos parceiros do setor, Sebrae no Amapá, Associação dos Panificadores de Macapá e Santana (Aspams), Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria (Sindipanc), Casa do Sorveteiro, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e LUX Farinha de Trigo.

Comunicado Seed

A Secretaria de Estado da Educação (Seed), por meio do Núcleo do Programa do Livro Didático (Nuprolid), comunica aos gestores das escolas abaixo relacionadas que compareçam no Núcleo do Programa do Livro Didático, que fica localizado na Avenida dos Tembés, nº 91, bairro Beirol, no horário de 7h30 às 14h, para receber as Cartas Senhas para a escolha dos livros didáticos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, que está prevista para acontecer no período de 2 a 12 de agosto de 2013.
* Macapá - zona rural
01 E.E. CARAPANATUBA
02 E.E. DANIEL DE CARVALHO
03 E.E. JOÃO MACIEL AMANAJÁS
04 E.E. JOSÉ BONIFÁCIO
05 E.E. RAIMUNDO PERREIRA DA SILVA
06 E.E.PEDRO ALCANTARA CHAVES LOPES
07 E.E. SANTO ANTONIO DO MATAPI
08 E.E. SEBASTIÃO CORDEIRO SENA
09 E.E. TEIXEIRA DE FREITAS
10 E.E. TESSALÔNICA
11 E.E. PROFº. ANTONIO FIGUEIREDO DA SILVA
12 E.E. MANOEL JOSÉ SANTOS DA SILVA
13 E.E. MANOEL DOS REIS
14 E.E. ANDRÉ NEVES ROSA
15 E.E. BENTO TOLOSA DE SANTANA
16 E.E. BENEVENUTO SOARES RODRIGUES
17 E.E. ITAMATATUBA
18 E.E. MARIA JOSÉ CAMPELO DA SILVA
19 E.E. PROFª. NAIR CORDEIRO MARQUES
20 E.E. JÚLIO GONÇALVES DA COSTA
21 E.E. SÃO BENEDITO DO PACUI
22 E.E. SÃO JOAQUIM DO PACUI
23 E.E. SÃO TOMÉ DO PACUI
24 E.E. DE TEMPO INTEGRAL Pe. JOÃO PIAMARTA
25 E.E. CACHOEIRA DO RIO PEDREIRA
26 E.E. FILADELFIA DO IGARAPÉ GRANDE
27 E.E. Profª HELENISE WALMIRA DIAS SANTOS
28 E.E. TRACAJATUBA I
29 E.BOSQUE DO AMAPÁ MOD. REG. BAILIQUE
* Santana - zona rural
01 E.E. PROFº. DAVID MIRANDA DOS SANTOS
02 E.E. FRANCISCO DE OLIVEIRA FILHO
03 E.E. BELMIRO MACEDO MEDINA
04 E.E. OSVALDINA FERREIRA DA SILVA
05 E.E. SÃO JOÃO DO MATAPI
06 E.E.NOSSA SENHORA DE NAZARÉ

Odilon Filho é eleito presidente Do Sindicato da Indústria da Pesca SINDIPESCA



Em eleição ocorrida na tarde de ontem o empresário Francisco Odilon foi eleito presidente do Sindicato das Indústrias de Pesca do Amapá (SINDIPESCA/AP). A entidade reúne o setor industrial da pesca do estado e esta publicados no diário oficial da união. A eleição foi por aclamação e terá um mandato de quatro anos. Odilon é tradicionalmente um empresário que vem crescendo e investindo cada vez mais na ampliação da produção industrial da pesca no Amapá. Atualmente mantém frigoríficos nos municípios de Calçoene, Santana, Amapá e esta em construção um novo em Oiapoque ao todo são cerca de 530 funcionarios. Ele acredita no setor pesqueiro e disse que quer buscar parcerias e também ser um parceiro dos pescadores. “Com grande alegria e surpresa estou assumindo este sindicato e mesmo na minha correria diária dos meus afazeres como empresário e investidor vou me dedicar a esta função, procurar estreitar o dialogo com o setor pesqueiro e quero ter um amplo dialogo com os pescadores, quero investir neles e ser um grande parceiro porque sei e conheço as dificuldades e o sofrimento que eles passam pela falta de apoio” disse o presidente. Segundo ele é preciso coibir a pesca predatória no Amapá e a invasão de embarcações que levam toneladas de peixes da costa do Amapá sem deixar um centavo de imposto seja aos municípios ou estado. “Precisamos unir o poder publico em todas as esferas para fazer uma grande fiscalização tributaria, já que toneladas de peixes são levados da costa do Amapá para o Pará sem nenhuma tributação isso precisa ser corrigido” reclamou. O sindicato pretende buscar apoio junto ao Ministério da Pesca em Brasília e desenvolver um grande trabalho integrado com todos que trabalham neste setor da pesca no estado do Amapá. Odilon filho recebeu inúmeros telegramas e telefonemas de felicitações da bancada federal em Brasília e de empresários pela eleição no SINDIPESCA.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

PROFESSOR LEONIL AMANAJAS



Na ultima sexta-feira (28) o professor Leonil Amanajas foi submetido a uma cirurgia em SP e ao regressar da capital Paulista para Macapá na TAM, durante a conexão em Brasília passou teve  problemas hemorrágicos. Sendo conduzido as pressas a atendimento de emergência em um hospital de Brasília. Graças a Deus ele se recupera bem e não esta mais internado. Segue se recuperando muito na casa da filha que reside em Brasília, mais vai permanecer na capital federal por algum tempo ate que fique totalmente recuperado. A Família agradece à todos pelos telefonemas de solidariedade e orações.

Elpidio Amanajas
Tel: (61)8167-2004

Fortaleza de São José de Macapá promove programação especial para as férias

Com o objetivo de levar lazer, educação e conhecimento, a Fortaleza de São José de Macapá estará promovendo durante o mês de julho a programação "Férias na Fortaleza". Durante o evento, serão apresentadas performances artísticas, exposição fotográfica, exibição de filmes, além de outras atividades artísticas.
A programação iniciou nesta quarta-feira, 3, com as visitas das escolas municipais José Duarte e Rondônia. No encontro, as crianças tiveram a oportunidade de conhecer, interagir e aprender a história do patrimônio, através de vídeos e visitas monitoradas.
A gerente do museu, Aldinéia Machado, ressaltou a importância da realização desse tipo de atividade, onde o foco maior são as crianças. "Elas precisam entender que esse museu é delas, uma geração que é passada de pai para filho. Elas precisam ter consciência do que é a Fortaleza de São José de Macapá, pois é através da educação, da participação quando vem visitar ou quando perguntam, acabam repassando um pouco a história para outras pessoas", afirmou.
O pequeno Victor Gabriel, de 9 anos, que cursa o 4º ano do ensino fundamental, diz que adorou muito ter conhecido um pouco da história da fortificação e de sua implantação. "Foi muito divertido e prazeroso poder visitar a Fortaleza e saber que aqui passaram escravos", frisou.
Confira a programação
Data/Hora
Cine Mairi às 16h30, todos os sábados.
Local: Auditório do Museu
Sexta-feira (05/07)
Performances artísticas
Local: Praça central do Museu Fortaleza
Sexta-feira (05/07) e domingo (07/07)
Exposição Fotográfica e de filmes; Instalações e Intervenções Urbanas
Local: Galeria do Museu
Domingo (07/07), a partir das 14h
Projeto Língua Ferina "Varal Literário, intervenções, atividades lúdicas"
Local: Praça central do museu
Domingo (07/07), das 14h às 16h
Exibição de filmes "desconhecidos"
Local: Auditório do museu
Domingo (07/07), a partir das 16h
Exibição de Filmes Centenário do Vinícius de Moraes
Local: Auditório do museu
Domingo (07/07), a partir das 16h
"Canto Forte"
Local: Praça central do museu
Domingo (07/07)
Oficina estêncil
Local: Galeria do museu
Quarta-feira (10/07)
Excursão escolar visita monitorada
Quinta-feira (11/07) a quinta-feira (25/07)
Sarau, atividades lúdicas
Loca: Praça central do museu
Sábado (13/07) e domingo (14/07)
Oficina estêncil
Local: Galeria do M.F.S.J.M
Segunda (22/07) e sábado (27/07)
Local: Paiol do museu
Sábado (20/07) e terça (30/07), às 16h
Intervenção urbana
Local: Parque do Forte
Domingo (21/07), sábado (27/07) e domingo (28/07)
Oficina de Xilogravura
Local: Galeria do M.F.S.J.M
Quinta-feira (18/07)
Dia da Família, Visita Monitorada e Cine Mairi
Local: Auditório do M.F.S.J.M
Apresentação Teatral (Teatro de bonecos) - a definir
Local: Praça central do M.F.S.J.M
Oficina de 12 horas para educadores e artistas - a definir
Local: Auditório do M.F.S.J.M

Dorislene Muniz/Secom

CNI faz devassa nas contas da federação de indústrias do Amapá




FONTE: REVISTA ÉPOCA 
POR: MURILO RAMOS
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) contratou a PwC, uma empresa de auditores independentes, para realizar uma devassa nas contas e procedimentos da Federação das Indústrias do Estado do Amapá. A federação, que controla o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Serviço Social da Indústria no estado, recebe repasses de cerca de R$ 20 milhões por ano das entidades nacionais. A auditoria começou há cerca de um mês, após a direção da CNI ter recebido informações de que sindicatos fantasmas passaram a controlar a federação, desviando dinheiro do caixa da entidade. 
Os problemas coincidiram com a posse, em janeiro deste ano, da nova presidente da federação: Joziane Rocha, que pertence ao principal clã político do estado e, não por acaso, está à frente do Sindicato de Joalheiros e Ourivesaria do Amapá, justamente um dos suspeitos de ser fantasma. Joziane era pouco conhecida no estado até adicionar o sobrenome Rocha, há quatro anos. Tendo como um dos padrinhos o senador José Sarney, do PMDB do Amapá, Joziane casou-se com Rosemiro Rocha, um dos mais notórios representantes do clã Rocha de políticos amapaenses. O expoente máximo do clã é primo de Rosemiro: o deputado federal Sebastião Bala Rocha, do PDT. A partir  de 2009, Joziane passou a frequentar as melhores festas de Macapá e a aparecer ao lado de figuras importantes da política do estado, como Bala Rocha - que leva “Bala” no nome por ter sido, segundo ele mesmo, ligeiro nos gramados de futebol quando criança -, o governador Camilo Capiberibe, do PSB, e o senador Randolfe Alves, do PSOL. “Não lembro dela (Joziane) antes de ter se casado com o Rosemiro”, afirmou o senador Randolfe Alves.
Sob a influência dos primos Rocha, Joziane assumiu a presidência do Sindicato de Joalheiros e Ourivesaria do Amapá em 2009, mesmo ano do enlace com Rosemiro. O sindicato de Joziane não tinha empresas filiadas por um motivo simples: só havia ourives artesanais e informais no Amapá. Nada de indústria. Ainda assim, com a ascendência de Bala Rocha no Ministério do Trabalho, administrado pelo PDT, o sindicato conseguiu um registro que reconheceu sua existência. O mesmo fenômeno ocorreu com outros seis sindicatos (mármores, reparação naval, pesca, papel e celulose, extração de óleos vegetais e material plástico). “Eu lembro dele (Bala Rocha) no ministério para conversar sobre esses sindicatos”, disse o ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi, que aprovou os registros. Cinco dos sete sindicatos, incluindo o de Joziane, têm o mesmo endereço como sede em Macapá. Meses antes dos registros, chegaram ao ministério denúncias sobre a condição fantasmagórica dos sete sindicatos. De nada adiantou. O Ministério do Trabalho deu vida aos fantasmas.
Começava ali a saga dos sindicatos fantasmas para controlar a federação das indústrias, que, além de um orçamento milionário, emprega cerca de 500 pessoas, número superlativo para uma economia tão incipiente quanto a do Amapá. Com a papelada do Ministério do Trabalho em mãos, os sete sindicatos obtiveram na Justiça do Trabalho o direito de ingressar na federação, mesmo sem comprovar a existência de uma única empresa filiada.
A chegada dos sete sindicatos fantasmas à federação, que contava apenas com 13, mudou o panorama. O ex-presidente da instituição Hidelgard Gurgel - pertencente a um outro clã de políticos do Amapá, naturalmente – foi afastado do cargo pela turma de Joziane. Logo depois, a mesma turma sacou R$ 150 mil, em dinheiro vivo, de uma conta da federação no Banco do Brasil, em Macapá. A operação foi ilegal – apenas o coordenador regional do SENAI tinha autorização para movimentar essa conta. Inconformado com o saque, esse funcionário prestou queixa à Polícia Federal, que abriu uma investigação sobre o assunto.
Desde que assumiu a federação, ninguém teve notícias de medidas sugeridas por Joziane capazes de transformar o Amapá numa potência industrial. Joziane, porém, tratou logo de garantir o bem estar de sua família. O marido é coordenador político da federação e tem salário de aproximadamente R$ 20 mil. O pai, a mãe, a irmã, o irmão e a cunhada de Joziane também estão na folha de pagamento, igualmente com bons salários. Ligeiríssimo, o deputado Bala Rocha também empregou os seus. A irmã e um primo garantiram cargos ligados à federação.
Bala Rocha está irrequieto. Sabe que a situação dos sete sindicatos fantasmas é provisória. Existe um processo no Tribunal Superior do Trabalho (TST) que trata da questão da legitimidade de tais sindicatos. Nos últimos meses, Bala Rocha buscou sustentação política para Joziane em Brasília. Um dos alvos de Bala Rocha foi o presidente da CNI, Robson Andrade. “O Robson me disse que o Bala esteve lá (na CNI) para pedir pela permanência de Joziane na federação”, disse à ÉPOCA Hidelgard Gurgel, o político que perdeu o cargo para Joziane. Bala Rocha não quis falar a ÉPOCA. Por meio de sua assessoria de imprensa, Bala Rocha afirmou não ter feito lobby para os sete sindicatos no Ministério do Trabalho e disse que os sindicatos não são fantasmas.
Por meio da assessoria de imprensa da CNI, Robson Andrade confirmou a visita de Bala Rocha ao seu gabinete, mas disse que não conversaram sobre questões da federação. Robson Andrade disse, ainda, que não pode interferir em assuntos das federações estaduais, que tem, segundo ele, autonomia. No entanto, após ser procurada por ÉPOCA, a CNI contratou a PwC para fazer auditoria nas seções do SESI e do SENAI no Amapá, controladas por Joziane. Os trabalhos deverão ser concluídos até o fim deste mês e levados às reuniões dos conselhos nacionais das duas entidades em Brasília. ÉPOCA apurou, no entanto, que a auditoria encontrou irregularidades de vários tipos, especialmente na contratação de fornecedores. A reportagem enviou 15 perguntas à Federação do Amapá, sem obter respostas. Encontrar Joziane Rocha é tão difícil quanto achar vestígios das indústrias filiadas à federação que ela preside.