terça-feira, 31 de março de 2009

ABORTO: A Fronteira entre a VIDA E A MORTE

Novamente a pedida dos internautas a matéria públicado no Jornal OAmapá (27.03 a 02.04)
RECEBENDO VÁRIOS ELOGIOS DOS ELEITORES

Por: Claudionor Santos

Muitas mulheres se arriscam fazendo abortos, através de medicamentos, chás naturais, simpatias e consultar clínicas clandestinas. Afinal de quem é a culpa? Elas são vítimas do Estado? Da religião? Da moral ou da família?

Se publicarmos todas as mulheres que se submetem os abortos clandestinos em todo o Brasil e principalmente no Amapá todos os anos, daria para povoar uma outra cidade. As mulheres que optar por interromper uma gestação não desejada, corre o risco de morte. Antes de ser uma questão moral, o aborto no País é um desafio para a saúde pública.
Isto é uma realidade cruel e amarga, que pode atingir todas as mulheres em idade fértil, e ainda pior para a classe mais pobre. No caso de uma atividade hoje ilegal, como o aborto proibido pela religião, constituição brasileira e pela área de enfermagem, a desigualdade social pode significar o limite entre a vida e a morte.
Quem pode paga para uma equipe médica competente interromper a gestação sem correr risco? E quem não pode? Tem como opção arriscar a vida tentando interromper a gravidez ao tomar chás e remédios suspeitos ou, pior ainda, procurando clínicas clandestinas precárias, que cobram pouco ou muitas chegam cobrar um valor absurdo e que estão cheias de pessoas despreparadas.
“Já realizei quatro abortos, isto foi por que eu ainda não tive condições de ter uma família com filhos, meu namorado tem somente 17 anos e não somos orientados para planejar uma gestação correta. Nos dois somos desempregados e minha família descobrir que estou grávida de algum filho do meu namorado, vai me botar fora de casa, e isso eu tenho medo, tanto das duas famílias não aceitar a minha gestação. Tenho a maior vontade de ter um filho, principalmente da pessoa que mais eu amo, mas infelizmente ainda não posso”, triste comentou a menor M. S. S, do bairro dos Congos.
A média é de 2,07 de abortos induzidos por grupo de 100 mulheres o que eleva a prática à terceira causa de mortalidade materna em todo o país. As complicações são ainda maiores e se tornar o quinto maior motivo pelo quais as mulheres são internadas nos serviços públicos.
“As mulheres que provocam abortos são da maioria da classe média e muitas são pobres e sem uma orientação adequada para iniciar uma gravidez. Antigamente não tinha como evitar uma gestação desejada mais hoje tem muitas opções e o mais barato e adequado é o uso dos preservativos, anticoncepcionais, e ainda quem tem condições financeiras pode ate introduzir outros meios como o Diu. Nos posto de saúde são realizados palestras e orientação médica acompanhados de um psicólogo, para que a mãe possa ter maior segurança em sua gravidez”, explicou Mario Ribeiro, Enfermeiro.
No Congresso Nacional, as propostas de mudanças na lei estão emperradas, com políticos temerosos em perder votos à discussão sobre o tema. Enquanto isso. Muitas mulheres, em média, têm como o destino, todos os dias, a internação na rede pública de saúde em decorrência de abortos realizados por vários meios.
“Os abortos provocados são aqueles mais graves e de maiores riscos para a saúde da mulher, e são causados por injetar ou tomar chá de buchinha, alho, cyntotec e o mais atual, é a corda de macarrão colocado em uma agulha de crochê, onde a mulher introduz o material na vagina chagando até o útero, tendo como objetivo de fura e provocar o sangramento. Este procedimento se torna arriscado, a vitima pode ter uma infecção generalizada, com a retirada do útero e provocando infecção ao outros órgãos, chegando ao óbito. Já o aborto espontâneo não é utilizado métodos, o organismo expulsa o ambrião e não é compatível com a vida. A maior parte dos abortos ocorre quando os cromossomos do espermatozóide encontram com os cromossomos do óvulo. Muitas das vezes o bebê (também chamado de feto) não se desenvolve por completo, ou desenvolver-se de maneira anormal. Em casos como estes, o aborto é a maneira que o corpo termina e a gravidez que não está se desenvolvendo normalmente. Os abortos se dividem em incompletos, neste, apenas parte do ovo foi expulso continuando as cólicas e a hemorragia e o aborto completo: aqui, após cólicas e sangramentos acentuados elimina-se todo o produto da concepção” explicou Ronaldo Sanches, Enfermeiro Obstétrico do Hospital da Mulher.
Os tratamentos médicos são feitos com ultra-sonografia, medidas de apoios psicológicos (em casos da perda do feto), tranqüilizarem o paciente, repouso ao leito, evitando excessos de movimentos e administração de medicamentos.
“Mulheres que passam por um aborto, legalizado ou não, precisam de acompanhamento psicológico. Estudo já feito, aponta que as reações psicológicas derivados da interrupção de gravidez ocorrem tardiamente. Este padrão faz com que seja difícil delimitar, avaliar e caracterizar o problema. As reações observadas em algumas mulheres podem ser comparadas à desordem ansiosa pós-traumática ou reprimem a experiência, os desajustes podem incluir notáveis descontrole emocional quando está próxima a criança, medo de médicos ou incapacidade de tolerar um exame ginecológico rotineiro”, disse o Wladimir Peres, psicólogo.
A pressão de colocar uma vida no mundo levar a maioria das mulheres a pensar vários motivos psicológico, uns deles é segurar a pessoa que tanto ama, e a outra e o medo de ser julgado pela família, amigos e visinhos. Por isso o correto é ter a relação com o preservativo, evitando assim uma gravidez indesejada e evitando doenças transmissíveis.
Fica bem claro que as pacientes que dão entrada para o atendimento de casos de abortos já provocados antes mesmo de chegar ao Hospital da Mulher, mais conhecido como “Mãe Luzia”, é de 5 por dia, 136 por mês e ultrapassar os mil casos por ano. Somente os dois primeiros meses do ano já foram registrados 230 casos.

ÍNDICE DE CUIDADOS DE TRATAMENTOS APÓS OS ABORTOS QUE SÃO REGISTRADOS PELO HOSPITAL DA MULHER

ANO TRATAMENTOS
2004 1,330
2005 1,495
2006 1,495
2007 1,560
2008 2,634
FONTE: SEME do Hospital da Mulher - Ap

ABORTO: A Fronteira entre a VIDA E A MORTE

Novamente a pedida dos internautas a matéria públicado no Jornal OAmapá (27.03 a 02.04)
RECEBENDO VÁRIOS ELOGIOS DOS ELEITORES

Por: Claudionor Santos

Muitas mulheres se arriscam fazendo abortos, através de medicamentos, chás naturais, simpatias e consultar clínicas clandestinas. Afinal de quem é a culpa? Elas são vítimas do Estado? Da religião? Da moral ou da família?

Se publicarmos todas as mulheres que se submetem os abortos clandestinos em todo o Brasil e principalmente no Amapá todos os anos, daria para povoar uma outra cidade. As mulheres que optar por interromper uma gestação não desejada, corre o risco de morte. Antes de ser uma questão moral, o aborto no País é um desafio para a saúde pública.
Isto é uma realidade cruel e amarga, que pode atingir todas as mulheres em idade fértil, e ainda pior para a classe mais pobre. No caso de uma atividade hoje ilegal, como o aborto proibido pela religião, constituição brasileira e pela área de enfermagem, a desigualdade social pode significar o limite entre a vida e a morte.
Quem pode paga para uma equipe médica competente interromper a gestação sem correr risco? E quem não pode? Tem como opção arriscar a vida tentando interromper a gravidez ao tomar chás e remédios suspeitos ou, pior ainda, procurando clínicas clandestinas precárias, que cobram pouco ou muitas chegam cobrar um valor absurdo e que estão cheias de pessoas despreparadas.
“Já realizei quatro abortos, isto foi por que eu ainda não tive condições de ter uma família com filhos, meu namorado tem somente 17 anos e não somos orientados para planejar uma gestação correta. Nos dois somos desempregados e minha família descobrir que estou grávida de algum filho do meu namorado, vai me botar fora de casa, e isso eu tenho medo, tanto das duas famílias não aceitar a minha gestação. Tenho a maior vontade de ter um filho, principalmente da pessoa que mais eu amo, mas infelizmente ainda não posso”, triste comentou a menor M. S. S, do bairro dos Congos.
A média é de 2,07 de abortos induzidos por grupo de 100 mulheres o que eleva a prática à terceira causa de mortalidade materna em todo o país. As complicações são ainda maiores e se tornar o quinto maior motivo pelo quais as mulheres são internadas nos serviços públicos.
“As mulheres que provocam abortos são da maioria da classe média e muitas são pobres e sem uma orientação adequada para iniciar uma gravidez. Antigamente não tinha como evitar uma gestação desejada mais hoje tem muitas opções e o mais barato e adequado é o uso dos preservativos, anticoncepcionais, e ainda quem tem condições financeiras pode ate introduzir outros meios como o Diu. Nos posto de saúde são realizados palestras e orientação médica acompanhados de um psicólogo, para que a mãe possa ter maior segurança em sua gravidez”, explicou Mario Ribeiro, Enfermeiro.
No Congresso Nacional, as propostas de mudanças na lei estão emperradas, com políticos temerosos em perder votos à discussão sobre o tema. Enquanto isso. Muitas mulheres, em média, têm como o destino, todos os dias, a internação na rede pública de saúde em decorrência de abortos realizados por vários meios.
“Os abortos provocados são aqueles mais graves e de maiores riscos para a saúde da mulher, e são causados por injetar ou tomar chá de buchinha, alho, cyntotec e o mais atual, é a corda de macarrão colocado em uma agulha de crochê, onde a mulher introduz o material na vagina chagando até o útero, tendo como objetivo de fura e provocar o sangramento. Este procedimento se torna arriscado, a vitima pode ter uma infecção generalizada, com a retirada do útero e provocando infecção ao outros órgãos, chegando ao óbito. Já o aborto espontâneo não é utilizado métodos, o organismo expulsa o ambrião e não é compatível com a vida. A maior parte dos abortos ocorre quando os cromossomos do espermatozóide encontram com os cromossomos do óvulo. Muitas das vezes o bebê (também chamado de feto) não se desenvolve por completo, ou desenvolver-se de maneira anormal. Em casos como estes, o aborto é a maneira que o corpo termina e a gravidez que não está se desenvolvendo normalmente. Os abortos se dividem em incompletos, neste, apenas parte do ovo foi expulso continuando as cólicas e a hemorragia e o aborto completo: aqui, após cólicas e sangramentos acentuados elimina-se todo o produto da concepção” explicou Ronaldo Sanches, Enfermeiro Obstétrico do Hospital da Mulher.
Os tratamentos médicos são feitos com ultra-sonografia, medidas de apoios psicológicos (em casos da perda do feto), tranqüilizarem o paciente, repouso ao leito, evitando excessos de movimentos e administração de medicamentos.
“Mulheres que passam por um aborto, legalizado ou não, precisam de acompanhamento psicológico. Estudo já feito, aponta que as reações psicológicas derivados da interrupção de gravidez ocorrem tardiamente. Este padrão faz com que seja difícil delimitar, avaliar e caracterizar o problema. As reações observadas em algumas mulheres podem ser comparadas à desordem ansiosa pós-traumática ou reprimem a experiência, os desajustes podem incluir notáveis descontrole emocional quando está próxima a criança, medo de médicos ou incapacidade de tolerar um exame ginecológico rotineiro”, disse o Wladimir Peres, psicólogo.
A pressão de colocar uma vida no mundo levar a maioria das mulheres a pensar vários motivos psicológico, uns deles é segurar a pessoa que tanto ama, e a outra e o medo de ser julgado pela família, amigos e visinhos. Por isso o correto é ter a relação com o preservativo, evitando assim uma gravidez indesejada e evitando doenças transmissíveis.
Fica bem claro que as pacientes que dão entrada para o atendimento de casos de abortos já provocados antes mesmo de chegar ao Hospital da Mulher, mais conhecido como “Mãe Luzia”, é de 5 por dia, 136 por mês e ultrapassar os mil casos por ano. Somente os dois primeiros meses do ano já foram registrados 230 casos.

ÍNDICE DE CUIDADOS DE TRATAMENTOS APÓS OS ABORTOS QUE SÃO REGISTRADOS PELO HOSPITAL DA MULHER

ANO TRATAMENTOS
2004 1,330
2005 1,495
2006 1,495
2007 1,560
2008 2,634
FONTE: SEME do Hospital da Mulher - Ap

Cadastramento da meia-passagem é prorrogado até sexta-feira

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amapá (Setap), atendendo pedido do prefeito Roberto Góes, decidiu prorrogar até sexta-feira, 3, o cadastramento e recadastramento dos estudantes que têm direito ao benefício da meia-passagem. O processo começou em 2 de fevereiro deste ano e encerraria nesta terça-feira, 31.
O anúncio foi feito logo no início da manhã pelo presidente do Setap, Antônio José Maye Raunheit, depois que ele recebeu telefonema do prefeito. "O prefeito Roberto ficou sensibilizado com a grande fila que se formou nos últimos dias e principalmente com a chuva torrencial que caiu nesta terça, daí nos pediu que prorrogássemos o prazo, no que atendemos de pronto pois temos na prefeitura uma grande parceira", declarou Antônio José.
Ele também anunciou que na sexta-feira, 3, mesmo que a fila seja grande, algumas pessoas receberão senhas para serem atendidas nos próximos dias, sem prejuízo.
Até segunda-feira, 30, pelo menos 25 mil estudantes já haviam procurado o sindicato. A expectativa para este ano é que menos de 30 mil cadastros sejam efetivados. A redução de 25% em relação ao ano passado (quando foram contabilizados cerca de 40 mil cadastros) se deve à fiscalização ostensiva que o Setap vem realizando contra o chamado “falso estudante”, que vai continuar durante todo o ano.
O horário de funcionamento do Setap é das 8h às 16h, ininterruptamente. No prédio do Setap, desde 16 de fevereiro, os estudantes também estão recebendo as carteiras, caso já tenham realizado todo o processo de cadastramento.
Somente têm direito ao benefício os estudantes matriculados no ensino regular ou técnico-profissionalizante. Alunos de cursos de curta duração não estão abrangidos pela meia-passagem.
Para realizar o cadastramento, o aluno necessita ter em mãos um comprovante de matrícula (cópia e original), comprovante de endereço recente, além de cópia do documento de identidade ou certidão de nascimento (para menores de 14 anos). O cadastramento não poderá ser feito por procuração já que o aluno deverá tirar foto 3x4 para a carteira de passagem, o que é feito no próprio prédio do Setap.
Quanto ao recadastramento, o aluno deve apresentar declaração escolar (cópia e original), além de cópias do documento de identidade, comprovante de endereço e do cartão de meia-passagem que possui. Esse cartão não será retido pelo Setap e poderá ser utilizado pelo aluno ao longo de 2009. No caso do recadastramento, o processo pode ser feito pelos pais ou responsáveis, já que o aluno não precisa ser fotografado.

Amapaense passa para a semifinal do Soletrando 2009

Auricélia Bontá conquistou no último sábado, 28, uma vaga na semifinal do concurso Soletrando, da Rede Globo. A bicampeã estadual venceu a terceira eliminatória do concurso ao derrotar Suzana Vieira, da Paraíba, e Victor Alexsander, do Distrito Federal.
A amapaense é aluna da escola estadual Josefa Jucileide tem 14 anos e está na 7ª série. Auricélia não é nova no Soletrando. A semifinalista representou o Amapá em 2008 no Caldeirão.
No inicio do mês o governador Waldez Góes recebeu a estudante, o diretor da escola, Márcio Ribeiro e a irmã de Auricélia, Maria de Nazaré Bontá Nascimento. Além do incentivo o governador deu algumas dicas para que a aluna divulgue bem o Amapá.
A escola Josefa Jucileide investe em projetos que estimulam o estudante a desenvolver o interesse e o potencial para as Artes com o projeto Dual, Língua Portuguesa com o projeto do Clube de Leitura e o projeto de Xadrez que estimula a aprendizagem da Matemática.
A estudante tem ao lado os finalistas Bruno dos Santos, do Rio de Janeiro, e Isabel da Silva, de Tocantins. Antes das semifinais, ainda vão ocorrer seis eliminatórias num total de nove.

secretaria de Estado da Comunicação

sábado, 28 de março de 2009

Reunião debate plano estratégico para a saúde

O secretário de Estado da Saúde, Pedro Paulo Dias de Carvalho, esteve reunido nesta terça-feira (17), em seu gabinete, como diretores das unidades de saúde de todo o Estado. Em pauta, projetos estratégicos da saúde para este ano, como construção e reforma de hospitais em todos os municípios amapaenses.
Dentre os assuntos abordados, esta a proposta de transformar o Hospital do Câncer, ainda em construção, em Hospital Regional da Zona Norte (similar ao Hospital de Emergências). Para isso, algumas reuniões deverão ocorrer entre técnicos da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), com representantes da Prefeitura de Macapá, já que a obra é de responsabilidade da gestão municipal. “Estamos analisando todas as alternativas para viabilizar aquele local em prol do bem-estar da população. Para isso, o prédio deverá ser repassado para o Estado”, comentou o secretário.
Além da possível transformação do Hospital do Câncer em Hospital Regional da Zona Norte, durante a reunião, outros assuntos foram abordados, como a elaboração do plano diretor do hospital de Laranjal do Jari; reforma e ampliação do Hospital Estadual de Santana, Hospital da Criança e do Adolescente e do Hospital da Mulher Mãe Luzia; construção do hospital de Serra do Navio e do município de Amapá; conclusão das obras do Hospital das Clínicas Alberto Lima e edificação do novo Hospital de Emergência de Macapá e da Maternidade da Zona Norte. “O objetivo é ampliar a rede de saúde de todo o Estado do Amapá”, frisou Pedro Paulo.

Ascom/Sesa: 32126188
Cléia Lima: 9114-6532

Aluna da Josefa Jucileide representa o Amapá no soletrando

A bicampeã estadual do Soletrando a estudante Auricélia Bontá Nascimento vai representar o Amapá no programa Caldeirão do Huck da Rede Globo, deste Sábado, 28. Auricélia é aluna da Escola Estadual Josefa Jucileide, localizada no bairro Nova Esperança, tem 14 anos e está na 7ª série.
No inicio do mês o governador Waldez Góes recebeu a estudante, o diretor da escola, Márcio Ribeiro e a irmã de Auricélia, Maria de Nazaré Bontá Nascimento. Além do incentivo o governador deu algumas dicas para que a aluna divulgue bem o Amapá.
“Se você falar que o Amapá é o estado mais preservado do Brasil, do rio Amazonas, da Fortaleza de São José de Macapá, da Pororoca e da fronteira com a Guiana Francesa você vai despertar a interesse de muitas pessoas em relação ao Amapá”, salientou.
A estudante se prepara com muita dedicação, mas confessa que está estudando menos que ano passado quando foi pela primeira vez ao programa e chegou as semifinais. “À noite antes de dormir estudo mais ou menos uma hora. Leio e estudo pelo dicionário”, diz Auricélia que já decidiu que vai fazer vestibular para Letras.
A escola Josefa Jucileide investe em projetos que estimulam o estudante a desenvolver o interesse e o potencial para as Artes com o projeto Dual, Língua Portuguesa com o projeto do Clube de Leitura e o projeto de Xadrez que estimula a aprendizagem da Matemática.
“O bairro Nova Esperança é carente e estes projetos não só diminuem a evasão como aproximam a escola da comunidade”, diz Márcio Ribeiro, professor de Matemática e diretor da escola.

Secretaria de Estado da Comunicação

sexta-feira, 27 de março de 2009

ZÉ MIGUEL NO GARAGEM DO FAUSTÃO!

Galera, esse é o link direto, é só entrar e marcar todas as estrelinhas, quanto mais voto melhores as minhas chances de ir um cantor amapaense se apresentar no Faustão, como o ZÉ MIGUEL.
http://tvglobo.domingaodofaustao.globo.com/garagem-do-faustao/2009/03/23/ze-miguel-perola-azulada/