Por: Denyse Quintas / SEBRAE
O Prêmio Sebrae de Monografia Edições 2013/2014 é um projeto do Sebrae no Amapá. As inscrições são gratuitas e estarão abertas no período de 1º a 31 de dezembro de 2013. O prêmio tem como objetivo proporcionar a aproximação entre as Instituições de Ensino Superior (IES) e às Micro e Pequenas Empresas (MPEs), por meio do mapeamento das reais necessidades das empresas e facilitar o acesso dos pequenos negócios aos conhecimentos científicos que são gerados nas faculdades.
O lançamento oficial do Prêmio Sebrae de Monografia ocorre no próximo dia 29 de maio, às 9h, na Sede do Sebrae em Macapá. Já confirmaram presença a Universidade Federal do Amapá (Unifap), Universidade Estadual do Amapá (Ueap), Centro de Ensino Superior do Amapá (Ceap), Faculdade Educacional da Lapa (FAEL), Universidade Norte do Pará (Unopar), Faculdade Atual, Faculdade Madre Tereza (Famat), Faculdade Brasil Norte (Fabran), Faculdade de Teologia do Amapá (Fatech), Instituto de Ensino Superior do Amapá (Iesap), e outras.
Podem participar universitários dos cursos de graduação e pós-graduação lato sensu devidamente matriculados na Rede de Ensino Superior do Estado do Amapá, concluintes no ano de 2013 e 2014. O objetivo do Sebrae é aproximar as faculdades amapaenses do mercado de trabalho, e para isso busca-se incentivar os alunos que estão cursando o ensino superior a conhecerem mais sobre a realidade local, especialmente com o foco na atuação das micro e pequenas empresas e dos empreendedores individuais amapaenses.
O diretor de administração e finanças do Sebrae, Waldeir Ribeiro, ressalta que diversas instituições já manifestaram interesse em aderir ao projeto, e já confirmaram presença no evento de lançamento. “Desde a primeira reunião realizada para consolidar o projeto, as instituições de ensino se mostraram preocupadas em formar profissionais que estejam mais conscientes dos problemas do Amapá, o que é muito bom para nosso estado”, disse diretor de administração e finanças do Sebrae, Waldeir Ribeiro.
“Queremos solicitar o apoio dos professores, coordenadores de curso e dirigentes das Faculdades e Universidades do Amapá nesse projeto, pois essa é uma oportunidade maravilhosa para os universitários que estão concluindo sua graduação e pós-graduação em 2013, porque além de contribuírem para o desenvolvimento do nosso estado, ainda poderão ganhar valiosos prêmios”, conclui o diretor de administração e finanças do Sebrae, Waldeir Ribeiro.
Informações sobre o Prêmio Sebrae de Monografia: (96) 3312-2826 / 9902-3672.
Objetivo deste blog é divulgar materias relacionados de interesse popular, sempre respeitando a ética e moral de quem desejo informar.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Nossos vícios no futebol
Por: Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP /Bacharel em direito
Não conheço a fundo outros povos para dizer que somente o brasileiro seja um povo que costuma alimentar e perpetuar os vícios que cria. Vira e mexe falo disso e associo ao futebol por ser uma das representações maiores da nossa gente.
Durante três décadas, os times brasileiros venceram apenas cinco taças da Libertadores das Américas. Duas nos anos sessentas e, respectivamente, uma e duas nas décadas seguintes. O nosso argumento era que o brasileiro não valorizava o campeonato. O inverso do mesmo argumento é utilizado para criticar, mesmo que sutilmente, os europeus por não valorizarem abertamente o Mundial de Clubes.
Olha que existe uma grande diferença. Nesse formato de torneio, o time mais expressivo que os europeus enfrentam é o campeão sul-americano, geralmente na final. Ou seja, deveríamos reconhecer a lógica de uma oitava de final entre os grandes europeus ser muito mais relevante do que uma final com um time asiático, africano ou até das Américas.
Por aqui, os narradores e comentaristas esportivos indistintamente passam o jogo inteiro criticando e até instigando quem os ouça a se insurgir contra os árbitros em razão dos erros cometidos contra equipes brasileiras. Quando o mesmo erro favorece às equipes daqui, eles são bem amenos nas críticas e o máximo que dizem é que o time brasileiro não tem nada a ver com a falha da arbitragem. Tá bom. Esse conceito só vale para o Brasil!
Outra mania é os comentaristas mencionarem como os treinadores deveriam jogar. Aí são sempre as alternativas para vencer de um lado e do outro, como numa partida só um vence, nunca dizem qual é efetivamente a sugestão para valer.
Certa vez contestei as "sobras" de Falcão. Ele insistia em dizer que sobrariam três daqui, dois para acolá. Até que eu persuadir para que ele explicasse a razão de tanta sobra, vez que cada time entra com o mesmo número de jogadores, no mesmo espaço e quando sobram três de um lado, necessariamente existe a mesma quantidade livre do outro, salvo caso de expulsão ou jogador que sai contundido sem possibilidade de substituição. No mínimo deveria dizer qual das sobras era mais importante.
Outro hábito é dizer que houve falha individual ou coletiva quando o time toma um gol. Sem considerar a superioridade do ataque, todo gol forçosamente ocorre por falha. Técnico que substitui bem. Só acho que substitui bem quem escala mal. Não vislumbro outra explicação lógica alguém deixar melhor, o mais bem preparado para depois, quando o time fica em desvantagem, visto que o único motivo de mudança de um técnico brasileiro é o resultado. Nenhum altera para ampliação do resultado, por mais que o jogo esteja propício a isso.
Mas persistem outras coisas ilógicas. O gol na casa do adversário valer mais serve como incentivo e reconhecimento na interferência dos fatores extracampos; e ainda piora o fato dessa regra não servir para as finais. O mesmo se aplica para as vitórias por mais de dois gols fora de casa eliminarem a partida de volta nas duas primeiras fases da Copa do Brasil. Isso se assemelha às vitórias de três pontos antigamente, com a ressalva de que valiam para os jogos em casa ou fora.
Quando o time faz um, dois ou três gols, mesmo o adversário não oferecendo resistência, o recuo tem sido inevitável. Com isso, as grandes goleadas passaram a ser uma espécie em extinção. E, ainda, qualquer drible, jogada de efeito ser considerada desprezo ao adversário.
O circo se fecha com a não comemoração pelos gols contra equipes onde o atleta jogou alguns dias, sem nenhuma história marcante; o árbitro nunca apresenta o segundo cartão amarelo para o goleiro que faz "cera", além de os brasileiros considerarem falta qualquer contato no adversário, mesmo quando é este quem se atira sobre o outro, como se fosse dever do adversário abrir o caminho. Outras manias serão abordadas futuramente.
Não conheço a fundo outros povos para dizer que somente o brasileiro seja um povo que costuma alimentar e perpetuar os vícios que cria. Vira e mexe falo disso e associo ao futebol por ser uma das representações maiores da nossa gente.
Durante três décadas, os times brasileiros venceram apenas cinco taças da Libertadores das Américas. Duas nos anos sessentas e, respectivamente, uma e duas nas décadas seguintes. O nosso argumento era que o brasileiro não valorizava o campeonato. O inverso do mesmo argumento é utilizado para criticar, mesmo que sutilmente, os europeus por não valorizarem abertamente o Mundial de Clubes.
Olha que existe uma grande diferença. Nesse formato de torneio, o time mais expressivo que os europeus enfrentam é o campeão sul-americano, geralmente na final. Ou seja, deveríamos reconhecer a lógica de uma oitava de final entre os grandes europeus ser muito mais relevante do que uma final com um time asiático, africano ou até das Américas.
Por aqui, os narradores e comentaristas esportivos indistintamente passam o jogo inteiro criticando e até instigando quem os ouça a se insurgir contra os árbitros em razão dos erros cometidos contra equipes brasileiras. Quando o mesmo erro favorece às equipes daqui, eles são bem amenos nas críticas e o máximo que dizem é que o time brasileiro não tem nada a ver com a falha da arbitragem. Tá bom. Esse conceito só vale para o Brasil!
Outra mania é os comentaristas mencionarem como os treinadores deveriam jogar. Aí são sempre as alternativas para vencer de um lado e do outro, como numa partida só um vence, nunca dizem qual é efetivamente a sugestão para valer.
Certa vez contestei as "sobras" de Falcão. Ele insistia em dizer que sobrariam três daqui, dois para acolá. Até que eu persuadir para que ele explicasse a razão de tanta sobra, vez que cada time entra com o mesmo número de jogadores, no mesmo espaço e quando sobram três de um lado, necessariamente existe a mesma quantidade livre do outro, salvo caso de expulsão ou jogador que sai contundido sem possibilidade de substituição. No mínimo deveria dizer qual das sobras era mais importante.
Outro hábito é dizer que houve falha individual ou coletiva quando o time toma um gol. Sem considerar a superioridade do ataque, todo gol forçosamente ocorre por falha. Técnico que substitui bem. Só acho que substitui bem quem escala mal. Não vislumbro outra explicação lógica alguém deixar melhor, o mais bem preparado para depois, quando o time fica em desvantagem, visto que o único motivo de mudança de um técnico brasileiro é o resultado. Nenhum altera para ampliação do resultado, por mais que o jogo esteja propício a isso.
Mas persistem outras coisas ilógicas. O gol na casa do adversário valer mais serve como incentivo e reconhecimento na interferência dos fatores extracampos; e ainda piora o fato dessa regra não servir para as finais. O mesmo se aplica para as vitórias por mais de dois gols fora de casa eliminarem a partida de volta nas duas primeiras fases da Copa do Brasil. Isso se assemelha às vitórias de três pontos antigamente, com a ressalva de que valiam para os jogos em casa ou fora.
Quando o time faz um, dois ou três gols, mesmo o adversário não oferecendo resistência, o recuo tem sido inevitável. Com isso, as grandes goleadas passaram a ser uma espécie em extinção. E, ainda, qualquer drible, jogada de efeito ser considerada desprezo ao adversário.
O circo se fecha com a não comemoração pelos gols contra equipes onde o atleta jogou alguns dias, sem nenhuma história marcante; o árbitro nunca apresenta o segundo cartão amarelo para o goleiro que faz "cera", além de os brasileiros considerarem falta qualquer contato no adversário, mesmo quando é este quem se atira sobre o outro, como se fosse dever do adversário abrir o caminho. Outras manias serão abordadas futuramente.
Cosa Nostra estreia nos palcos de Macapá, nesta sexta (31)
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A Banda estréia nos palcos amapaenses no dia 31 de maio, no Sport Bar, localizado na sede da AABB, na primeira edição do Projeto Blues & Jazz Night, que pretende uma vez por mês, trazer entretenimento para os adoradores de plantão dos estilos Blues/Jazz. Na mesma noite se apresenta a também veterana Manoblues Band que promete agitar a todos com seu novo trabalho autoral.
Nessa primeira temporada, a Banda Cosa Nostra, tem como proposta resgatar alguns clássicos do Blues, Jazz e agraciar o público com releituras de canções do rock. Pois influenciados por clássicos nacionais e internacionais como os de Gary Moore, Eric Clapton, Nina Simone, Quincy Jones, Deep Purple e outros, a banda revive o sonho dos amantes destes estilos.
Cosa Nostra
Nascida em 2013, a banda Cosa Nostra traz aos palcos uma proposta diferenciada e inovadora. Trajados de gangsters mafiosos, a banda mistura grooves de Blues com o felling do Jazz, em um espetáculo de originalidade e boas músicas.
O nome da banda remete ao verdadeiro nome dado a máfia siciliana, na Itália: a Cosa Nostra! Organização formada por poderosas famílias e chefiada por patriarcas que mantinham estreito respeito à figura da família e da mulher, como sempre retratada em diversos filmes hollywodianos.
Formada pelos músicos Paulo Sousa (Bateria), Sandro Romero (Guitarra e Violão), Anselmo Junior (Piano) e Max Ribeiro (Baixo), a Cosa Nostra traz nos vocais a cantora Beliza Alfaia, em uma singela homenagem, que remete à antigas cantoras de Jazz/Blues.
Serviço:
Projeto Blues & Jazz Night
Bandas: Manoblues e Cosa Nostra
Data: 31/05/2013
Hora: 22h.
Entrada: R$ 15,00
Local: Sport Bar da AABB - Rodovia Duca Serra.
Terra Legal terá que explicar titulações irregulares na Floresta Estadual do Amapá
Brasília, 29/05/2013 – A Comissão da Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia aprovou, nesta quarta, 29, o requerimento 331/2013, da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP), para realizar audiência pública que debaterá a titulação irregular de lotes pelo programa Terra Legal dentro da Floresta Estadual do Amapá - FLOTA. O ato está constatado no estudo “Análise da sobreposição de Loteamento do Programa Terra Legal em área da Floresta Estadual do Amapá – FLOTA”, elaborado pelos órgãos ambientais do Amapá.
Foram convidados um representante do Instituto Estadual de Floresta do Amapá - IEF, do Instituto do Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Estado do Amapá – IMAP, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural – SDR, o Prefeito de Porto Grande Antonio de Sousa Pereira, o Secretário de Estado do Meio Ambiente do Amapá Grayton Tavares Toledo, um representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário, o Secretário Extraordinário de regularização Fundiária na Amazônia Legal, Sérgio Lopes e um representante da Secretaria de Patrimônio da União – SPU. A audiência pública ainda será agendada.
Para a deputada, “essa titulação legitima a grilagem de terras públicas. Travestidos de investidores, os defensores desse crime contra o patrimônio público e contra o meio ambiente alegam que a Floresta Estadual é ‘virtual’ e não tem limites definidos. Grossa mentira!”. Segundo ela, “é inquestionável que a Floresta Estadual do Amapá existe, criada pela Lei estadual n°. 1028, de 12 de julho de 2006, com 2,4 milhões de hectares, em limites bem definidos”.
Em discurso no plenário da Câmara, a socialista afirmou que “o Amapá tem, historicamente, sua economia baseada na cadeia produtiva da floresta, sustentável, a partir da pequena propriedade familiar. É este modelo, buscado pelo mundo moderno, que queremos fortalecer. Por outro lado”, disse, “os crimes contra o meio ambiente e contra o patrimônio público devem ser investigados e punidos”.
Foram convidados um representante do Instituto Estadual de Floresta do Amapá - IEF, do Instituto do Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Estado do Amapá – IMAP, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural – SDR, o Prefeito de Porto Grande Antonio de Sousa Pereira, o Secretário de Estado do Meio Ambiente do Amapá Grayton Tavares Toledo, um representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário, o Secretário Extraordinário de regularização Fundiária na Amazônia Legal, Sérgio Lopes e um representante da Secretaria de Patrimônio da União – SPU. A audiência pública ainda será agendada.
Para a deputada, “essa titulação legitima a grilagem de terras públicas. Travestidos de investidores, os defensores desse crime contra o patrimônio público e contra o meio ambiente alegam que a Floresta Estadual é ‘virtual’ e não tem limites definidos. Grossa mentira!”. Segundo ela, “é inquestionável que a Floresta Estadual do Amapá existe, criada pela Lei estadual n°. 1028, de 12 de julho de 2006, com 2,4 milhões de hectares, em limites bem definidos”.
Em discurso no plenário da Câmara, a socialista afirmou que “o Amapá tem, historicamente, sua economia baseada na cadeia produtiva da floresta, sustentável, a partir da pequena propriedade familiar. É este modelo, buscado pelo mundo moderno, que queremos fortalecer. Por outro lado”, disse, “os crimes contra o meio ambiente e contra o patrimônio público devem ser investigados e punidos”.
Ligajap define apresentação de grupos folclóricos por meio de sorteios
A direção da Liga Independente dos Grupos e Associações Juninas do Amapá (Ligajap) reuniu-se com presidentes das entidades folclóricas com o objetivo de fazer o sorteio das quadrilhas que vão participar da quadra junina deste ano. O encontro foi nesta terça-feira, 28, no Clube MV13.
Estiveram presentes mais de cem dirigentes representando grupos de todos os municípios do Amapá, ocasião em que ficou esclarecido as modalidades das apresentações, bem como a colocação de cada grupo. O evento será realizado ao lado da Fortaleza de São José de Macapá.
O presidente da Ligajap, Rony Oliveira, aproveitou para pedir aos responsáveis das entidades que se mobilizem para oferecer uma apresentação de qualidade, melhor do que as que foram feitas em anos anteriores. "Haja vista que este ano queremos agradecer a atenção e reconhecimento do governador Camilo Capiberibe no que diz respeito à verba no valor de R$ 1,5 milhão, que serão investidos nas festas do mês de junho para realizar nosso evento", ressalta Rony.
Segundo ele, trata-se da mobilização de milhares de pessoas envolvidas diretamente como brincantes. "São jovens e adultos empenhados na cultura", frisou o presidente da Ligajap.
O presidente da quadrilha "Estrela Junina", José Ribamar, disse que há 24 anos a entidade brilha na avenida, já conquistou vários títulos e neste certame vai se esforçar para ser campeã.
A representante da quadrilha "Príncipe Valente", Odinalda Abraçado, dispensa comentários sobre conquistar o principal título deste ano. Segundo ela, o grupo é do bairro Santa Inês e, há 12 anos, procura se apresentar com muito brilho visando a conquista e, principalmente, mostrar a cultura folclórica amapaense.
A abertura da quadra junina será no dia 14 de junho e, de acordo com o sorteio, a primeira a se apresentar será a Xodó Junino, seguida da Sensação Junina (Santana), Juventude na Folia (Santana), Os descendentes, Simpatia Junina (Santana) e Piriguetes dos Matutos.
No dia 15 a ordem das apresentações ficou dividida assim: Os Bagunçados Matutos, Pula Folia (Santana), Fogo na Roça (Santana), Juventude Brasileira, Arranca Toco (Santana), Melô Junino (Serra do Navio) e Rosa dos Ventos.
José Maria Silva/Secom
Estiveram presentes mais de cem dirigentes representando grupos de todos os municípios do Amapá, ocasião em que ficou esclarecido as modalidades das apresentações, bem como a colocação de cada grupo. O evento será realizado ao lado da Fortaleza de São José de Macapá.
O presidente da Ligajap, Rony Oliveira, aproveitou para pedir aos responsáveis das entidades que se mobilizem para oferecer uma apresentação de qualidade, melhor do que as que foram feitas em anos anteriores. "Haja vista que este ano queremos agradecer a atenção e reconhecimento do governador Camilo Capiberibe no que diz respeito à verba no valor de R$ 1,5 milhão, que serão investidos nas festas do mês de junho para realizar nosso evento", ressalta Rony.
Segundo ele, trata-se da mobilização de milhares de pessoas envolvidas diretamente como brincantes. "São jovens e adultos empenhados na cultura", frisou o presidente da Ligajap.
O presidente da quadrilha "Estrela Junina", José Ribamar, disse que há 24 anos a entidade brilha na avenida, já conquistou vários títulos e neste certame vai se esforçar para ser campeã.
A representante da quadrilha "Príncipe Valente", Odinalda Abraçado, dispensa comentários sobre conquistar o principal título deste ano. Segundo ela, o grupo é do bairro Santa Inês e, há 12 anos, procura se apresentar com muito brilho visando a conquista e, principalmente, mostrar a cultura folclórica amapaense.
A abertura da quadra junina será no dia 14 de junho e, de acordo com o sorteio, a primeira a se apresentar será a Xodó Junino, seguida da Sensação Junina (Santana), Juventude na Folia (Santana), Os descendentes, Simpatia Junina (Santana) e Piriguetes dos Matutos.
No dia 15 a ordem das apresentações ficou dividida assim: Os Bagunçados Matutos, Pula Folia (Santana), Fogo na Roça (Santana), Juventude Brasileira, Arranca Toco (Santana), Melô Junino (Serra do Navio) e Rosa dos Ventos.
José Maria Silva/Secom
Programa Onda Jovem convoca para confirmação de cadastro e entrega de documentação
Lançado pelo Governo do Amapá, tem o objetivo de integrar a Política Estadual para a Juventude, que compreende ações e serviços destinados a jovens de 15 a 29 anos em situação de vulnerabilidade social e pessoal, de aprendizagem, de formação e de qualificação profissional. Com cinco eixos: Educa Jovem, Jovem Qualificado, Estágio Profissional e Formativo, Empreendedorismo Juvenil e Esporte, Cultura e Lazer para a Juventude.
E para dar andamento ao programa será lançado o primeiro eixo, o Educa Jovem, destinado aos jovens de 18 a 29 anos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA) do ensino médio, renda per capita de meio salário mínimo, para o qual de inscreveram 3.456 jovens.
A Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social (SIMS) está convocando para confirmação de cadastro e entrega de documentação os jovens inscritos no Portal do Onda Jovem em 2011 dos municípios de Santana, Mazagão, Porto Grande, Tartarugalzinho, Laranjal do Jari e Vitória do Jari, conformo cronograma abaixo. Na ocasião, o jovem deverá apresentar os seguintes documentos: cópia do RG, declaração de matrícula e comprovante de renda.
Santana
Número de inscritos: 708
Data: de 3 a 4 de junho
Local: Super Fácil Santana
Mazagão
Número de inscritos: 33
Data: de 5 a 7 de junho
Local: Escola Estadual D. Pedro I
Porto Grande
Número de inscritos: 35
Data: de 5 a 7 de junho
Local: Escola Estadual Maria Cristina Botelho
Tartarugalzinho
Número de inscritos: 12
Data: de 5 a 6 de junho
Local: Escola Estadual Alzira Lima
Laranjal do Jari
Número de inscritos: 665
Data: de 4 a 5 de junho
Local: Escola Estadual Mª de Nazaré Rodrigues e Escola Estadual Emílio Médici
Vitória do Jari
Número de inscritos: 163
Data: 6 de junho
Local: Escola Estadual Teotonio Vilela
Informações pelos sites: www.ondajovem.ap.gov.br, www.sims.ap.gov.br e www.agenciaamapa.ap.gov.br
Telefone para contato: 2101-3431 (Helena Silva)
Rodrigo Santos/SIMS
E para dar andamento ao programa será lançado o primeiro eixo, o Educa Jovem, destinado aos jovens de 18 a 29 anos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA) do ensino médio, renda per capita de meio salário mínimo, para o qual de inscreveram 3.456 jovens.
A Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social (SIMS) está convocando para confirmação de cadastro e entrega de documentação os jovens inscritos no Portal do Onda Jovem em 2011 dos municípios de Santana, Mazagão, Porto Grande, Tartarugalzinho, Laranjal do Jari e Vitória do Jari, conformo cronograma abaixo. Na ocasião, o jovem deverá apresentar os seguintes documentos: cópia do RG, declaração de matrícula e comprovante de renda.
Santana
Número de inscritos: 708
Data: de 3 a 4 de junho
Local: Super Fácil Santana
Mazagão
Número de inscritos: 33
Data: de 5 a 7 de junho
Local: Escola Estadual D. Pedro I
Porto Grande
Número de inscritos: 35
Data: de 5 a 7 de junho
Local: Escola Estadual Maria Cristina Botelho
Tartarugalzinho
Número de inscritos: 12
Data: de 5 a 6 de junho
Local: Escola Estadual Alzira Lima
Laranjal do Jari
Número de inscritos: 665
Data: de 4 a 5 de junho
Local: Escola Estadual Mª de Nazaré Rodrigues e Escola Estadual Emílio Médici
Vitória do Jari
Número de inscritos: 163
Data: 6 de junho
Local: Escola Estadual Teotonio Vilela
Informações pelos sites: www.ondajovem.ap.gov.br, www.sims.ap.gov.br e www.agenciaamapa.ap.gov.br
Telefone para contato: 2101-3431 (Helena Silva)
Rodrigo Santos/SIMS
Ciclo do Marabaixo se encerra neste domingo com derrubada do mastro e sorteio dos festeiros
O Ciclo do Marabaixo deste ano se encerra no próximo domingo, dia 2 de junho, com a derrubada do mastro e o sorteio dos festeiros do ano que vem. Em Macapá, o Marabaixo acontece nas sedes dos grupos tradicionais: Pavão e Raimundo Ladislau, ambos no bairro do Laguinho, e Berço do Marabaixo e Associação Cultural Zeca e Bibi Costa (Azebic), no Santa Rita (antiga Favela).
Além de conhecer o toque das caixas (tambores), a leveza das dançadeiras e a beleza das cores das roupas, o visitante pode ainda experimentar o tradicional caldo (cozidão) e a gengibirra - batida de gengibre, servida durante as apresentações.
Apoio do Governo do Amapá
O Governo do Estado é maior apoiador da manifestação cultural. Este ano, o projeto do Ciclo do Marabaixo é na ordem R$ 151.250,00 para a realização da festividade. Cada grupo foi contemplado com R$ 33 mil. São eles: Associação Raimundo Ladislau e Grupo do Pavão, no bairro do Laguinho, Berço do Marabaixo e Associação Cultural Zeca e Bibi Costa (Azebic), no bairro Santa Rita (antiga favela), além da comunidade de Campina Grande, na zona rural, que recebeu R$ 12 mil. Para logística, foram destinados R$ 7,5mil.
Os recursos foram repassados pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult); as secretarias de Afrodescendentes (Seafro) e de Turismo (Setur) também atuarão no evento, como apoiadoras institucionais. "Como se trata de nossa maior manifestação cultural e grande identidade amapaense, o governo faz seu papel, patrocinando e apoiando o Ciclo do Marabaixo", informa a secretária da Seafro, Neucirene Almeida de Oliveira.
No Marabaixo, o espetáculo de cores e ritmos é garantido pelas dançadeiras, com suas blusas floridas e saias rodadas, comandadas pelo tom dos tocadores de caixa. Os festejos do Ciclo do Marabaixo, em Macapá, iniciam no Sábado de Aleluia, na Semana Santa, e vão até o Domingo do Senhor, após a celebração de Corpus Christi - este ano, de 30 de março até 2 de junho.
Gabriel Penha/Seafro
Além de conhecer o toque das caixas (tambores), a leveza das dançadeiras e a beleza das cores das roupas, o visitante pode ainda experimentar o tradicional caldo (cozidão) e a gengibirra - batida de gengibre, servida durante as apresentações.
Apoio do Governo do Amapá
O Governo do Estado é maior apoiador da manifestação cultural. Este ano, o projeto do Ciclo do Marabaixo é na ordem R$ 151.250,00 para a realização da festividade. Cada grupo foi contemplado com R$ 33 mil. São eles: Associação Raimundo Ladislau e Grupo do Pavão, no bairro do Laguinho, Berço do Marabaixo e Associação Cultural Zeca e Bibi Costa (Azebic), no bairro Santa Rita (antiga favela), além da comunidade de Campina Grande, na zona rural, que recebeu R$ 12 mil. Para logística, foram destinados R$ 7,5mil.
Os recursos foram repassados pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult); as secretarias de Afrodescendentes (Seafro) e de Turismo (Setur) também atuarão no evento, como apoiadoras institucionais. "Como se trata de nossa maior manifestação cultural e grande identidade amapaense, o governo faz seu papel, patrocinando e apoiando o Ciclo do Marabaixo", informa a secretária da Seafro, Neucirene Almeida de Oliveira.
No Marabaixo, o espetáculo de cores e ritmos é garantido pelas dançadeiras, com suas blusas floridas e saias rodadas, comandadas pelo tom dos tocadores de caixa. Os festejos do Ciclo do Marabaixo, em Macapá, iniciam no Sábado de Aleluia, na Semana Santa, e vão até o Domingo do Senhor, após a celebração de Corpus Christi - este ano, de 30 de março até 2 de junho.
Gabriel Penha/Seafro
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